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O dólar, que alcançou a maior cotação do ano na segunda-feira (5), iniciou a terça-feira com uma forte queda. Por volta das 9h30, a moeda norte-americana era negociada a R$ 5,67, apresentando uma desvalorização de 1,24% em relação ao fechamento do dia anterior. Na segunda-feira, o dólar havia atingido o patamar de R$ 5,86, o maior valor desde a posse do presidente Lula.
💵 A expectativa de uma terça-feira mais tranquila se confirmou nos mercados, após a intensa movimentação da segunda-feira, impulsionada por preocupações com uma possível recessão nos Estados Unidos. O dólar, que vem se mantendo acima de R$ 5,00 desde março, não apresentou grandes oscilações nesta terça.
A expectativa é de que os mercados globais revertam a tendência de queda observada ontem, quando as principais bolsas fecharam em baixa. O índice japonês, como exemplo, já demonstra essa recuperação com uma alta de 10%. No Brasil, o principal índice da bolsa, o Ibovespa, abriu o pregão com uma pequena valorização de 0,13%, alcançando os 125.403 pontos às 10h07.
O Ibovespa iniciou a semana com uma forte desvalorização, atingindo 125.759 pontos nos primeiros minutos de negociação. Essa queda acentuada acompanha um movimento global de baixa, com a bolsa de Tóquio registrando seu pior resultado em 37 anos e o FTSE 100 de Londres abrindo mais de 2% abaixo do fechamento da semana passada.
🚨 O pânico nos mercados globais foi impulsionado por diversos fatores, sendo o principal deles a desaceleração da economia americana. Os dados de criação de empregos nos EUA ficaram abaixo do esperado, e o Goldman Sachs alertou para o risco de uma recessão. Além disso, a valorização do iene japonês, decorrente do aumento da taxa de juros no país, contribui para a intensificação da aversão ao risco.
A decisão do Japão de elevar sua taxa de juros gera repercussões em escala global. Bancos de diversos países emitem dívidas em iene, aproveitando os juros baixos, para emprestar em mercados com taxas mais elevadas, como o brasileiro. A valorização do iene, decorrente desse aumento de juros, torna essas operações menos atrativas e pode impactar as exportações japonesas, com consequências para a economia mundial.
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