Eneva (ENEV3) reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 57 mi no 4º trimestre de 2025
O resultado representa uma variação positiva de R$ 1,123 bilhão em relação ao 4T24.
Nesta semana, o Goldman Sachs incluiu uma nova empresa na sua lista de coberturas da bolsa brasileira. A felizarda foi a Eneva (ENEV3), que já chega à carteira do banco norte-americano com recomendação de compra.
Os analistas projetam um crescimento de até 23% nas ações da companhia, que subiriam dos atuais R$ 20 para R$ 23. Atualmente, o valor de mercado da empresa de energia é de R$ 39 bilhões.
Para o Goldman, há vários fatores que justificam a compra dos papéis da Eneva, mas o portfólio bem posicionado em energia térmica é o principal. Para os analistas, a companhia também mostra um fluxo de caixa bastante previsível, por isso seria uma das principais escolhas do setor.
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Outro ponto que chamou a atenção da instituição é a projeção de pagamento de dividendos para os próximos anos. Eles acreditam que, até 2030, a empresa possa chegar a pagar até 20% em proventos aos acionistas.
Há quase dez anos, a Eneva não faz nenhuma distribuição de dividendos, optando pela estratégia de gerar fluxo de caixa operacional. O dinheiro também foi usado para pagar fusões e aquisições mapeadas no período.
Com isso, o banco entende que a alavancagem da companhia deve ser reduzida nos próximos dois anos, abrindo espaço para os dividendos. Três novas operações devem entrar em operação até 2028: Azulão I, Azulão II e Celse 2. Atualmente, a companhia tem um valor de mercado de R$ 39 bilhões, valor que passou por uma valorização de 65% no último ano.
A decisão do GS foi publicada alguns dias depois que a Eneva publicou seu balanço financeiro do quarto trimestre de 2025. A companhia conseguiu reverter um prejuízo bilionário que havia auferido um ano antes e terminou o período com lucro de R$ 57 milhões, mostrou o documento.
Houve uma melhora também na dívida líquida da empresa de energia, que fechou o 4T25 em R$ 15,5 bilhões ante os quase R$ 17 bilhões anteriores. Além disso, recuperou o resultado financeiro em mais de R$ 1 bilhão no intervalo de 12 meses.
O resultado representa uma variação positiva de R$ 1,123 bilhão em relação ao 4T24.
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Segundo o Itaú BBA, a Eneva pode registrar salto de 500% no lucro no 3T25, enquanto a Cemig pode apresentar uma queda de até 75%.
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