Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Nas últimas semanas, o Bitcoin (BTC) tem apresentado recorrentes altas e tem puxado outras criptomoedas com ele. Neste contexto, os investidores têm mostrado cada vez mais interesse por ativos alternativos.
🔍 Segundo pesquisa do buscador de investimentos Yubb, as criptomoedas já são o terceiro investimento mais procurado pelos brasileiros. Na frente delas só estão os CDBs e os Fundos multimercados.
O monitor da Coinbase mostra que os cinco ativos digitais mais negociados nas últimas horas foram: Bitcoin, Ethereum (ETH), Tether (USDT), Binance (BNB) e Solana (SOL). Juntas, elas têm a capitalização de quase 79% de todo o mercado de tokens no mundo.
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No Brasil, de acordo com um ranking da QR Asset, no mês passado, os tokens que tiveram as maiores valorizações foram: Pepe (200%), Bonk (109%) e Stacks (92%). Na outra ponta, Arbitrum (-11%), Internet Computer (-10%) e MarkerDAO (-7%) amargaram os piores índices.
"Para quem tinha dúvidas se estávamos realmente em um bull market, fevereiro confirmou que, sim, estamos em um momento de alta”, disse Murilo Cortina, diretor comercial da QR Asset Management.
"Com o Bitcoin se aproximando de sua máxima histórica, o mercado como um todo apresentou retornos expressivos, seguindo uma dinâmica semelhante à ciclos anteriores: primeiro, o Bitcoin registra uma alta significativa e, em seguida, ativos menores começam a apresentar retornos expressivos”, completou.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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