Bitcoin (BTC) arrisca desconto de 50% com elefante branco em 2026
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
🤑 Em 2025, o mercado de criptomoedas tem dado muito palco para o Bitcoin (BTC) que já superou diversas vezes a barreira dos US$ 100 mil, mas que nesta terça-feira (18) é negociado por volta de US$ 94 mil, além do colapso recente da memecoin $LIBRA, que chegou a ter o apoio do presidente argentino Javier Milei.
Todavia, poucos entusiastas de criptos se deram conta da nova narrativa que tem impulsionado uma classe específica de criptomoedas: a tokenização de ativos do mundo real (RWA, na sigla em inglês).
Nem mesmo o marasmo do Bitcoin ou a suposta pirâmide financeira da $LIBRA parecem ter abalado a tese da criptomoeda Mantra (OM), uma rede blockchain de camada 1 focada em tokenizar ativos reais.
Uma das principais aplicações do Mantra é sua capacidade de facilitar o desenvolvimento de projetos e aplicativos sem atrito. Ao fornecer um ambiente de blockchain sem permissão para aplicativos com permissão, o criptoativo permite que os desenvolvedores criem e implantem aplicativos que podem interagir perfeitamente com ativos do mundo real.
Isso não só é particularmente benéfico para construtores Web3 que estão focados em integrar a tecnologia blockchain com sistemas financeiros tradicionais, como os gigantes de Wall Street já notaram esse valor que o token OM carrega.
➡️ Leia mais: Blockchain: O que é e como funciona essa tecnologia?
Conforme dados do Investidor10, o Mantra (OM) teve valorização de +101,95% só nos últimos 30 dias, enquanto o próprio Bitcoin (BTC) acumulou queda em seu preço de −5,69%.
A simulação também aponta que se um entusiasta de criptos tivesse aplicado R$ 1 mil em Mantra (OM) há um ano, hoje o mesmo teria R$ 21.406,10, ao passo que o Bitcoin (BTC) teria retornado R$ 1.765,90 nas mesmas condições.
📉 Na última semana, os ETFs de Bitcoin listados nos Estados Unidos registraram saídas de US$ 651,83 milhões, interrompendo seis semanas consecutivas de dinheiro novo entrando nos fundos de índice listados em bolsa.
Paralelamente, a SEC (órgão americano equivalente à nossa CVM) começou a avaliar formalmente pedidos de ETFs para Solana (SOL) e Ripple (XRP), com analistas da Bloomberg projetando altas chances de aprovação ainda em 2025.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
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