Itaú, Bradesco, BB e Santander: Quem vai brilhar e quem pode decepcionar no 4T25
Os analistas veem um setor financeiro resiliente, com diferenças cada vez mais claras entre os desempenhos dos bancos brasileiros.
🚨 O Grupo Itaú anunciou nesta terça-feira (8) que vai reembolsar clientes por cobranças indevidas, somando um total de R$ 253,7 milhões.
O acordo foi firmado com o Banco Central e abrange quatro empresas do grupo: Itaú Unibanco (ITUB4), Itaú CBD, Luizacred e Itaucard.
O acordo com o Banco Central foi assinado em 31 de março e diz respeito a cobranças indevidas relacionadas à tarifa de avaliação emergencial de crédito.
Essa tarifa era aplicada quando o cliente utilizava serviços de crédito emergencial em situações específicas, como ao exceder o limite do cheque especial ou realizar operações sem saldo disponível na conta.
Segundo o Itaú, 70% do valor total já havia sido devolvido aos clientes antes mesmo da formalização do acordo com a autoridade monetária, refletindo a tentativa do grupo em resolver as questões pendentes de maneira ágil.
💲 O montante total de R$ 253,7 milhões será restituído por diferentes empresas do Grupo Itaú, com destaque para:
O acordo reflete uma tentativa das instituições financeiras de reparar práticas inadequadas relacionadas à cobrança de tarifas sobre serviços emergenciais de crédito.
O Itaú destacou que a maior parte dos reembolsos já foi processada e que os clientes afetados podem verificar a situação diretamente com o banco ou empresas relacionadas.
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O acordo com o Banco Central estabelece um precedente importante para o setor bancário, especialmente considerando que grandes instituições estão sendo monitoradas quanto à transparência e à adequação de suas práticas de cobrança.
Os clientes impactados devem estar atentos às comunicações oficiais do banco e verificar se têm valores a serem restituídos.
📈 O acompanhamento dessas informações pode ser feito diretamente junto ao Itaú Unibanco e às demais empresas envolvidas no acordo.
Os analistas veem um setor financeiro resiliente, com diferenças cada vez mais claras entre os desempenhos dos bancos brasileiros.
O banco decidiu manter o valor líquido dos JCPs em R$ 0,015 por ação ao longo de 2026.
Na prática, a cada 100 ações detidas, o acionista receberá três novos papéis da mesma espécie, seja ordinário ou preferencial.
A recompra terá efeito de 0,18 ponto percentual no índice de capital Nível 2 da companhia.
O banco vai pagar um valor bruto de R$ 0,01765 por ação no início de cada mês.
Acordo com GPA, Casas Bahia e Assaí ocorre em cenário de volatilidade no Ibovespa.
O banco era avaliado em R$ 443 bi em 4 de dezembro -R$ 10 bi a mais que a estatal.
Banco reconheceu que passa por instabilidade e trabalha para corrigr falhas o quanto antes.
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