2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
A Casas Bahia (BHIA3) sofreu um prejuízo de R$ 836 milhões no terceiro trimestre de 2023. O dado é cerca de quatro vezes pior do que o registrado no mesmo período de 2022, quando a companhia teve um resultado negativo de R$ 203 milhões.
Em balanço divulgado nesta quarta-feira (8), a Casas Bahia disse que o resultado reflete sobretudo fatores não recorrentes que levaram a uma redução de vendas e da margem bruta. O plano de transformação da empresa, que prevê redução de pessoal, fechamento de lojas e saldões de estoques, também pesou no balanço.
Leia também: Americanas (AMER3) é suspensa do Novo Mercado pela B3
"Baseado no Plano de Transformação, a Companhia observou no período impacto não recorrente de curto prazo no valor de R$ 3 milhões no lucro bruto, R$ 9 milhões no SG&A (Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas) e R$ 277 milhões na linha de outras receitas e despesas operacionais, vinculadas à reestruturação, como por exemplo otimização do quadro de funcionários e fechamento de lojas", afirmou.
A receita bruta da varejista caiu 5,4% na comparação anual, para R$ 7,8 bilhões. O recuo reflete o achatamento das receitas das lojas físicas (-2,7%) e das vendas online (-9,7%). Com isso, a margem bruta saiu de 30,7% no segundo trimestre de 2022 para 23% no mesmo período de 2023.
As despesas também caíram, para R$ 1,6 bilhão. A redução foi de 10,4% e se deve, especialmente, à redução das despesas com vendas, à redução de pessoal e a menores perdas no crediário, além de racionalização dos gastos com marketing.
Com isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi negativo em R$ 66 milhões no terceiro trimestre, contra um saldo positivo de R$ 390 milhões no mesmo período de 2022. A Margem Ebitda recuou de +5,6% para -1% na comparação anual.
O endividamento bruto foi de R$ 5,1 bilhões, o que representa uma alavancagem financeira de 1,4x. A companhia ressaltou, contudo, que, desconsiderando os passivos de CDCI (Crédito Direto ao Consumidor com Interveniência) e fornecedor convênio, a dívida cai para R$ 3,7 bilhões. Neste caso, a alavancagem é negativa em 0,5x.
A Casas Bahia disse ainda que segue trabalhando para fortalecer a estrutura de capital. Uma das apostas da companhia nesta linha é a migração do modelo de financiamento do crédito via FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios).
Ainda nesta quarta-feira (8), a companhia informou que o seu FIDC está "em fase pré-operacional e buscará uma captação inicial de R$ 600 milhões". O instrumento poderá contar com aportes adicionais, chegando a um capital total de R$ 1,5 bilhão. Porém, ainda depende da "obtenção das aprovações necessárias, incluindo as respectivas aprovações societárias aplicáveis, bem como às condições políticas e macroeconômica nacionais e internacionais e ao interesse dos investidores".
O endividamento da Casas Bahia levou o mercado a olhar com desconfiança para a empresa nos últimos meses, especialmente depois que a varejista realizou uma oferta secundária de ações em setembro.
Depois do follow-on, as ações passaram a ser negociadas por menos de R$ 1 na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo). Por isso, a companhia propôs um grupamento de ações em outubro. A proposta será discutida em assembleia em 16 de novembro. Segundo o Investidor10, os papeis da varejista acumulam uma rentabilidade negativa de quase 70% em três meses.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado
Analistas do banco estudaram a relação dos cortes de juros sobre a lucratividade das companhias.
Carta da gestora Sharp Capital em 2026 destaca três ações listadas na B3 que conseguiram ser campeãs em 15 anos.
Setor que reúne as empresas brasileiras mais baratas da Bolsa está em liquidação de 34%; confira
Analistas de Wall Street estimam potencial de valorização de quase +40% nos próximos 12 meses em meio tarifaço que abriu pechinchas na bolsa
Mesmo sem provisões e multas contra a empresa, a administração ainda considera que o prejuízo no trimestre seria de R$ 587,6 milhões
Gol Linhas Aéreas Inteligentes reporta prejuízo líquido de US$ 96 milhões em agosto
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?