BRB (BSLI3) nega acusações de negócios com Master, veja
O BRB destacou ainda que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras.
🗨️ A ANEABRB (Associação Nacional dos Empregados Ativos e Aposentados do BRB) declarou sua "profunda preocupação" com a maneira como está sendo conduzida a operação societária que engloba a aquisição do Banco Master e a reestruturação do conglomerado BRB (BSLI3).
A entidade afirma que a transação, cujo anúncio ocorreu em 28 de março, tem sido gerida com "acelerado ritmo institucional, ausência de transparência e total exclusão dos acionistas minoritários". Segundo a associação, mesmo após o envio de múltiplos ofícios à administração do banco, não foi possível obter uma resposta oficial.
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💭 “Trata-se de uma operação com impacto direto sobre a estrutura societária, financeira e regulatória do BRB, com efeitos potenciais sobre o controle acionário exercido pelo governo do Distrito Federal, o perfil de risco da companhia, sua capacidade de distribuição de dividendos e, principalmente, a sua natureza jurídica como sociedade de economia mista“, declarou a associação, em nota.
A ANEABRB ainda expressou críticas à não realização de uma assembleia de acionistas pelo banco, conforme disposto no artigo 256 da Lei das S.A., norma aplicável a operações que superam 25% do patrimônio líquido da companhia, segundo informações da "Reuters".
O Banco de Brasília conseguiu, em março, a aprovação de seu conselho de administração para a compra de 58% das ações do Banco Master. Essa aquisição resultará em um total de 15 milhões de clientes para o BRB, R$ 112 bilhões em ativos, R$ 72 bilhões em carteira de crédito e mais de R$ 100 bilhões em captações. A aquisição ainda necessita da aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e do Banco Central.
🕵️ O anúncio de venda, no entanto, gerou uma série de investigações. O MPF (Ministério Público Federal), por exemplo, abriu uma investigação na última quarta-feira (8) para analisar se há irregularidades contra o sistema financeiro na negociação.
O BRB destacou ainda que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras.
Contrato foi assinado em março, mas ainda dependia de avaliação do Banco Central.
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