Braskem (BRKM5) tem queda em vendas de resinas e principais químicos no Brasil no 4T25

As exportações de resinas recuaram 4% frente ao 3T25 e 5% ante o 4T24.

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Publicado em 03/03/2026 às 07:36h - Atualizado 1 minuto atrás Publicado em 03/03/2026 às 07:36h Atualizado 1 minuto atrás por Elanny Vlaxio
As exportações de resinas recuaram 4%  (Imagem: Shutterstock)
As exportações de resinas recuaram 4% (Imagem: Shutterstock)
📉 A Braskem (BRKM5) informou que registrou recuo nas vendas de resinas e de principais químicos no Brasil no relatório operacional do 4º trimestre de 2025.
No segmento Brasil/América do Sul, o volume de vendas de resinas somou 743 mil toneladas no 4T25, queda de 6% frente ao terceiro trimestre e de 8% na comparação anual.
Em 2025, as vendas totalizaram 3,166 milhões de toneladas, retração de 5% em relação a 2024. A redução trimestral foi atribuída, principalmente, aos maiores níveis de estoque na cadeia de transformação no mercado brasileiro e à sazonalidade do período. 
📊 As exportações de resinas recuaram 4% frente ao 3T25 e 5% ante o 4T24, impactadas por menor disponibilidade de produto para exportação e pela estratégia comercial adotada. No caso dos principais químicos, as vendas no Brasil atingiram 595 mil toneladas no trimestre, queda de 15% em relação ao trimestre anterior e de 13% na comparação anual. 
Em 2025, o volume somou 2,56 milhões de toneladas, retração de 5% frente a 2024. O desempenho foi impactado pelo menor volume de gasolina e paraxileno, em função da menor disponibilidade associada à taxa de utilização mais baixa, além da redução nas vendas de eteno, propeno e benzeno, refletindo a otimização das taxas de operação dos clientes.
A taxa média de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 59% no 4T25, recuo de 6 pontos percentuais frente ao 3T25 e de 11 pontos percentuais ante o 4T24. O resultado reflete, principalmente, a parada programada de manutenção na central da Bahia, concluída em janeiro de 2026, além de menor fornecimento de matéria-prima em São Paulo.
📋 Nos Estados Unidos e Europa, a taxa de utilização foi de 71%, queda de 8 pontos percentuais frente ao 3T25, influenciada por paradas programadas na Europa. O volume de vendas somou 479 mil toneladas, retração de 3% no trimestre, mas alta de 7% ante o 4T24.
Já no México, a taxa de utilização alcançou 92% no 4T25, avanço de 45 pontos percentuais frente ao trimestre anterior e o maior nível desde o 1T17, impulsionada pela normalização operacional após manutenção e pelo maior fornecimento de etano importado. 

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