Bitcoin apanhando da IA em 2026 bota medo ou destrava oportunidade?
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
O Bitcoin (BTC) retomou o título de melhor investimento do mês. Depois de afundar 11% em abril, a criptomoeda avançou 14,78% em maio e liderou os ganhos mensais. O mercado acionário brasileiro, por sua vez, ficou no vermelho.
📉 O mês de maio trouxe ganhos para 10 dos 13 ativos avaliados pelo CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero. Os três únicos resultados negativos vieram do mercado de ações local: as small caps, o Ibovespa e o IDIV, o Índice de Dividendos da bolsa brasileira.
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Empresas com baixo valor de mercado da B3, as small caps perderam 3,38% e tiveram o pior desempenho do mês. Na sequência, vem o Ibovespa, que afundou 3,04% e terminou maio no menor patamar desde novembro de 2023.
Por outro lado, os mercados americanos seguem batendo recordes, impulsionado por empresas como Nvidia (NVDC34) e Inter&Co (INBR32). Por isso, o BDRx (índice de BDRs não-patrocinados da B3) avançou 7,32% em maio e garantiu o segundo melhor desempenho do mês.
Veja o ranking de investimentos de abril:
🪙 Depois de cair 11% em abril, o Bitcoin recuperou-se em maio e terminou o mês cotado a US$ 67,5 mil. A melhora reflete a retomada do fluxo positivo para os ETFs à vista de Bitcoin e dados melhores de inflação nos Estados Unidos, o que pode favorecer o corte dos juros americanos e elevar a procura por ativos de risco como as criptomoedas.
Além disso, havia a expectativa de que o Bitcoin voltasse a subir depois do halving, que cortou a emissão do token pela metade em 19 de abril. O evento também impulsionou a cotação da criptomoeda no início do ano. Por isso, o Bitcoin acumula uma alta de 72% em 2024 e também é o melhor investimento do ano, até agora.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
Segundo ele, a criptomoeda pode estar entrando em uma dinâmica típica de ativos alavancados e dependentes de confiança.
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