BBA corta lucro do Banco do Brasil (BBAS3) para R$ 21 bi e aponta risco de queda
Para os analistas, a valorização recente não está ancorada nos fundamentos da instituição, mas sim no forte fluxo de capital estrangeiro.
O Banco do Brasil (BBAS3) vai desdobrar a totalidade de suas ações, na proporção de 1 para 2, com base na posição acionária do próximo dia 15 de abril. Com isso, será atribuída uma nova ação para cada ação já emitida pelo banco.
🗓️ A data-base para o desdobramento foi anunciada nesta sexta-feira (5), depois que o split foi aprovado pelo BC (Banco Central). Segundo o BB, suas ações passarão a ser negociadas refletindo o desdobramento já a partir de 16 de abril.
O desdobramento de ações foi proposto pelo Banco do Brasil em dezembro de 2023 e aprovado em assembleia de acionistas realizada em fevereiro de 2024. Porém, ainda estava sujeito à aprovação do Banco Central.
Só na última quarta-feira (3), o BC autorizou a alteração estatutária que permitirá o desdobramento das ações do Banco do Brasil, sem alterar o patrimônio da instituição e a participação percentual dos acionistas.
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📈 O desdobramento não vai alterar o capital social do Banco do Brasil, que é de R$ 120 bilhões. Apenas dobra, de 2,865 bilhões para 5,730 bilhões, o número de ações ordinárias da instituição, com efeito nos ADRs (Recibos Depositários Americanos).
O objetivo é dar mais liquidez às ações e atrair mais investidores pessoa física para o banco. As ações do Banco do Brasil fecharam esta sexta-feira (5) negociadas a R$ 57,01. O papel disparou 76% em 2023 e acumula uma alta de quase 3% em 2024.
Para os analistas, a valorização recente não está ancorada nos fundamentos da instituição, mas sim no forte fluxo de capital estrangeiro.
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Segundo o BB, a iniciativa faz parte de medidas prudenciais adotadas desde 2025 para fortalecer os índices de capital.
No mesmo dia, a Vivo (VIVT3) também define sua data com para JCP de R$ 0,10 por ação.
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