CVM aponta ex-CEO como mentor da fraude bilionária da Americanas
Documento conclui que esquema foi arquitetado por Miguel Gutierrez.
A Americanas (AMER3) pretende dar início aos pagamentos previstos no plano de recuperação judicial em 1º de abril. Por isso, informou que os seus credores devem indicar nos próximos dias a opção de pagamento que desejam.
🗓️ Os prazos para os credores escolherem a opção de pagamento foram publicados pela varejista na noite de quarta-feira (6) e terminam nos dias 8, 13 ou 28 de março, de acordo com o tipo de crédito e pagamento. Veja as datas:
De acordo com a Americanas, os credores podem escolher a opção de pagamento até essas datas no seu portal de credores. A exceção é dos titulares de Bonds, que têm uma página específica.
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💰 A Americanas entrou em recuperação judicial no início de 2023, após identificar "inconsistências contábeis" de aproximadamente R$ 20 bilhões. As dívidas da varejista, no entanto, chegaram a R$ 50 bilhões.
Depois de meses de negociação com os credores, a Americanas aprovou um plano de recuperação judicial em dezembro de 2023. O plano prevê, entre outras coisas, a capitalização da companhia em até R$ 24 bilhões e o pagamento dos credores em prazos que variam de 30 dias a 20 anos.
O plano de recuperação judicial da Americanas foi homologado pela Justiça no último dia 26 de fevereiro. Com isso, tiveram início os prazos previstos no documento, inclusive para que os credores escolham a sua forma de pagamento.
Documento conclui que esquema foi arquitetado por Miguel Gutierrez.
Por volta das 16h20, os papéis subiam cerca de 4,21%, cotados a R$ 6,19, com pico superior a 8% na máxima do dia.
A Americanas também destacou que a nova proposta não altera a habilitação da BandUP! para continuar disputando a compra da Uni.Co.
O projeto será implementado em três etapas e contará com um sistema de pontos vinculado ao cartão de crédito da marca.
Márcio Meirelles deve revelar bastidores das fraudes que somam R$ 22,8 bilhões e envolvem outros executivos da antiga gestão.
Empresa ainda enfrenta o processo de recuperação judicial, após escândalo contábil revelado em 2023.
A empresa reduziu o prejuízo em 94,7%, para R$ 98 milhões, com avanço no varejo físico e forte melhora no Ebitda.
Três lojas da rede passarão a pagar mensalidades mais baixas do que as previstas no contrato de aluguel.
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