CVM aponta ex-CEO como mentor da fraude bilionária da Americanas
Documento conclui que esquema foi arquitetado por Miguel Gutierrez.
As ações da Americanas (AMER3) atingiram a mínima histórica de R$ 0,34 nesta terça-feira (4). E não se recuperou muito até o fechamento. Fechou com um baque de 12,20%, negociada a R$ 0,36.
📉 O papel era cotado a R$ 12 em janeiro de 2023, quando a empresa identificou uma "fraude contábil" e entrou em recuperação judicial, mas vem derretendo na bolsa desde então. Tanto que é negociado por menos de R$ 1 há mais de cinco meses, desde novembro de 2023.
O papel já caiu 97% desde o anúncio da fraude contábil. Porém, o recuo se intensificou nas últimas semanas, depois da assembleia de acionistas que aprovou, em 21 de maio, o grupamento das ações, na proporção de 100 para 1, e o aumento do capital da varejista em até R$ 40,7 bilhões. Desde então, as ações caíram 32%.
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O grupamento de ações visa tirar a Americanas do grupo das penny stocks da B3, ou seja, enquadrar o papel acima de R$ 1, como determina a bolsa brasileira. A operação terá efeitos a partir de 17 de julho.
Já o aumento de capital faz parte do plano de recuperação judicial da empresa. O objetivo da operação é injetar recursos na operação, mas acionistas projetam uma diluição das suas participações. Afinal, o aumento se dará por meio da emissão de 9,4 bilhões a 31,3 bilhões de ações, a um preço de R$ 1,30 a ação.
Documento conclui que esquema foi arquitetado por Miguel Gutierrez.
Por volta das 16h20, os papéis subiam cerca de 4,21%, cotados a R$ 6,19, com pico superior a 8% na máxima do dia.
A Americanas também destacou que a nova proposta não altera a habilitação da BandUP! para continuar disputando a compra da Uni.Co.
O projeto será implementado em três etapas e contará com um sistema de pontos vinculado ao cartão de crédito da marca.
Márcio Meirelles deve revelar bastidores das fraudes que somam R$ 22,8 bilhões e envolvem outros executivos da antiga gestão.
Empresa ainda enfrenta o processo de recuperação judicial, após escândalo contábil revelado em 2023.
A empresa reduziu o prejuízo em 94,7%, para R$ 98 milhões, com avanço no varejo físico e forte melhora no Ebitda.
Três lojas da rede passarão a pagar mensalidades mais baixas do que as previstas no contrato de aluguel.
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