B3 (B3SA3) abre caminho para IPOs de empresas com até R$ 500 mi de faturamento
A CVM autorizou o Regime Fácil na B3 para empresas com até R$ 500 mi de faturamento captarem com menos burocracia a partir de 16 de março.
📊 Na segunda prévia do Ibovespa para o período de maio a agosto de 2024, foi revelado que a Auren (AURE3) deixará de fazer parte da composição do índice, enquanto a rede de joalherias Vivara (VIVA3) permanecerá presente, conforme dados divulgados pela B3 (B3SA3) nesta terça-feira (16).
Caso as mudanças sejam confirmadas, a carteira teórica do Ibovespa consistirá em 87 papéis, provenientes de 84 empresas diferentes.
Uma nova prévia será divulgada antes da versão final da carteira do índice, que entrará em vigor a partir de 6 de maio e terá validade por quatro meses.
As empresas que mais contribuem para a composição do Ibovespa foram destacados nesta prévia. Os cinco ativos com maior peso são:
📈 Para serem incluídas na carteira do Ibovespa B3, as empresas listadas devem atender a determinados critérios.
Estes incluem negociar em pelo menos 95% dos pregões ao longo dos últimos três períodos de vigência das carteiras (aproximadamente 1 ano), ter uma movimentação financeira equivalente a pelo menos 0,1% do volume financeiro do mercado à vista no mesmo período, e estar entre os ativos que representam 85% em ordem decrescente do Índice de Negociabilidade (IN), que mede o volume negociado por um ativo na bolsa.
Além disso, as empresas não podem ser consideradas penny stocks, ou seja, suas ações não podem ser negociadas por valor abaixo de R$ 1,00.
A CVM autorizou o Regime Fácil na B3 para empresas com até R$ 500 mi de faturamento captarem com menos burocracia a partir de 16 de março.
Mudança na B3 ocorre por causa do horário de verão no exterior; veja novos horários de ações, futuros e opções.
Os primeiros contratos preditivos da B3 devem ser lançados em abril para investidores profissionais.
O mês de janeiro concentrou R$ 26,47 bilhões de entrada líquida, valor próximo ao da Klabin, avaliada em cerca de R$ 24,4 bilhões.
A bolsa de valores do Brasil atingiu receita de R$ 3 bilhões no trimestre, alta de +10,6% na base anual.
A medida desfaz a ampliação adotada em novembro de 2025, quando o pregão foi estendido para acompanhar o exterior.
Os setores financeiro e de utilidade pública dominam a lista, com 41 representantes ao todo.
Na comparação com dezembro, o crescimento foi de 10,8%.
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