Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
A Telefônica Brasil (VIVT3) concluiu nesta quinta-feira (4) a redução de capital de R$ 1,5 bilhão aprovada em janeiro. Com isso, confirmou a restituição aos acionistas, no valor de R$ 0,90 por ação ordinária de emissão da companhia.
📞 A redução de capital foi proposta pela dona da Vivo em novembro de 2023 e aprovada pelos seus acionistas em assembleia realizada em janeiro de 2024. Contudo, ainda poderia ser contestada pelos credores da companhia.
Nesta quinta-feira (4), a Telefônica informou que o prazo para oposição dos credores acabou e que, "tendo sido cumpridos todos os requisitos legais aplicáveis, a referida redução tornou-se plenamente eficaz".
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💰 Com isso, a Telefônica também afirmou que seguirá com a restituição aos acionistas, no valor de R$ 0,90766944153 por ação. A ideia é que o R$ 1,5 bilhão reduzido do capital social da empresa seja devolvido aos acionistas.
Terão direito à restituição os acionistas registrados ao final do dia 10 de abril, isto é, na próxima quarta-feira. Após esta data, as ações da companhia serão consideradas ex-direitos da restituição.
Já o pagamento será realizado no dia 10 de julho, em parcela única. A Telefônica destacou, contudo, que o valor por ação da restituição ainda pode sofrer alterações em razão do seu programa de recompra de ações.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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