Vivo (VIVT3) confirma novo pagamento de JCP em 2025; veja quem recebe
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Dona da Vivo, a Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou nessa segunda-feira (14) a distribuição de R$ 330 milhões em JCP (Juros sobre o Capital Próprio).
💰 O JCP corresponde a um valor bruto de R$ 0,1022 por ação. Contudo, está sujeito à retenção de 15% de IR (Imposto de Renda).
Por isso, o valor líquido por ação será de R$ 0,0869 para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
Terão direito ao provento os acionistas registrados no próximo dia 25 de julho. As ações da companhia serão negociadas na condição de ex-juros depois dessa data. Já o pagamento será realizado até 30 de abril de 2026, em data a ser definida pela empresa.
Segundo a Telefônica, o provento foi aprovado com base nos resultados do segundo trimestre de 2025, que serão divulgados no próximo dia 28 de julho.
📞 A Telefônica também paga R$ 1,22 por ação nesta terça-feira (15). O valor diz respeito à redução de capital realizada em fevereiro deste ano.
Ao todo, a companhia reduziu o seu capital social em R$ 2 bilhões, para otimizar a estrutura de capital. Esse valor será, portanto, devolvido aos seus investidores.
Tem direito ao pagamento quem era acionista da empresa no dia 27 de fevereiro de 2025, inclusive.
Proventos serão pagos até abril de 2026; ações entram em data ex a partir de 1º de janeiro.
Empresa manterá serviço apenas em cidades sem concorrência, conforme acordo fechado com a Anatel.
A medida segue a diretriz adotada no ano passado, quando o conselho aprovou outra redução de capital no valor de R$ 2 bilhões.
O montante representa R$ 0,23438598401 por ação, segundo documento da empresa.
O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026, em data a ser definida posteriormente pela diretoria.
A medida faz parte de uma reorganização societária e operacional que busca simplificar estruturas.
Os números vieram acima das expectativas de analistas consultados pela LSEG, que projetavam um lucro de R$ 1,7 bilhão.
A fatia era detida pelo fundo La Caisse de dépôt et placement du Québec (CDPQ), que dividia o controle da Fibrasil com a Vivo.
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