Taurus Armas (TASA4) dá novidades sobre negócio turco com Mertsav
Fabricante brasileira de revólveres atualiza o mercado sobre em que pé está sua negociação na Turquia.
A Taurus (TASA4) disse nesta quarta-feira (18) ter vencido uma "importante licitação" de um órgão policial indiano, para o fornecimento de pistolas calibre 9 mm.
🔎Os detalhes do contrato não foram revelados, por questões de confidencialidade. Contudo, não é segredo que a Taurus tem grandes ambições na Índia.
A companhia já havia levado outras duas licitações no país, de pistolas e fuzis. E, ao apresentar os resultados do primeiro trimestre de 2025, revelou estar concorrendo em outros processos que envolviam a potencial venda de 9 mil pistolas e 4 mil fuzis ou armas longas para o governo indiano.
💲 Além disso, a Taurus segue na briga da megalicitação de 425 mil fuzis do Exército da Índia -a maior licitação de fuzis já realizada no mundo, que poderia render até R$ 2,2 bilhões para a empresa em um prazo de cinco anos.
A expectativa é de que essas licitações sejam concluídas ainda neste ano. E, com a conquista desta terça-feira (18), é possível que a companhia ganhe mais confiança nesse processo.
Leia também: Taurus Armas (TASA4): Por que Luiz Barsi, o "caça-dividendos", pensa em nós, revela CEO
Em nota, a Taurus afirmou que esse resultado demonstra a "confiança das autoridades locais na qualidade e confiabilidade dos produtos da marca".
"Com o sucesso da joint venture na Índia e a conquista desta importante licitação, a Taurus reafirma seu compromisso com a inovação, a excelência industrial e a expansão sustentável em mercados estratégicos internacionais", afirmou.
A Taurus produz na Índia há pouco mais de um ano, por meio da joint venture JD Taurus, formada com o Grupo Jindal.
A unidade já entregou ao menos 550 submetralhadoras para o Comando do Norte do Exército Indiano e deve lançar novos modelos voltados ao mercado civil neste ano.
Fabricante brasileira de revólveres atualiza o mercado sobre em que pé está sua negociação na Turquia.
Governo americano defende que tarifas comerciais aplicadas aos produtos brasileiros é caso de "segurança nacional".
A medida foi adotada devido às consequências do tarifaço de 50% aplicado pelos EUA.
A empresa atribuiu o resultado do lucro à retomada da produção e das vendas.
A companhia confirmou que irá transferir parte da montagem de suas armas da família G para os Estados Unidos a partir de setembro.
A iniciativa visava à fabricação local de equipamentos da marca e sua comercialização nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC).
CEO da fabricante brasileira de armas vê "inviabilidade total", caso tarifaço de 50% de Trump avance.
Companhia ainda restabeleceu o direito de participar das licitações da corporação.
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