Ouro e prata voltam a brilhar e seus ETFs disparam até 7%
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
🚨 A Aura Minerals (AURA33) divulgou nesta quinta-feira (4), sua produção consolidada do segundo trimestre de 2025, totalizando 64 mil GEOs (equivalentes de ouro), volume que ficou 6% acima das projeções da XP Investimentos (XPBR31) e em linha com o desempenho registrado no mesmo período de 2024.
Um dos principais destaques foi a primeira fundição de ouro da unidade de Borborema, no Rio Grande do Norte, que produziu 2,6 mil GEOs.
A companhia afirmou que o projeto segue dentro do cronograma para atingir a produção comercial até o final do terceiro trimestre de 2025. A XP destacou a operação como um potencial motor de crescimento, classificando-a como um projeto de alto retorno.
A XP Investimentos considerou o resultado trimestral um avanço relevante na trajetória operacional da Aura. As operações de EPP (Ernesto/Pau-a-Pique), no Brasil, e San Andrés, em Honduras, foram responsáveis pelas maiores surpresas positivas: superaram as expectativas internas em 15% e 4%, respectivamente.
Mesmo com uma queda anual de 17% em EPP, o desempenho ficou acima das estimativas da corretora, que considerou o resultado com viés positivo, devido ao foco da empresa em novas frentes de lavra como Nosde e Lavrinhas.
Na unidade de Almas, também no Brasil, a produção somou 12,9 mil GEOs, avanço de 22% frente ao mesmo período do ano passado.
A operação teve melhora de eficiência após a troca de empreiteira no primeiro semestre, com destaque para o desempenho da mina e aumento nas taxas de processamento.
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Aranzazu, no México, teve uma queda de 10% em produção total na comparação anual, encerrando o trimestre com 22,3 mil GEOs. No entanto, a conversão de cobre para ouro permitiu um avanço de 15% na produção a preços constantes.
Já San Andrés registrou leve recuo de 6%, produzindo 18 mil GEOs, mas ainda assim superando as projeções da XP.
📊 Em relatório, a XP reforçou a recomendação de compra para os papéis da Aura, apoiada em três fundamentos: a valorização internacional do ouro em meio a tensões geopolíticas; a estratégia da companhia voltada a projetos de retorno elevado e conversão de recursos em reservas; e a futura oferta pública nos Estados Unidos, que deve ampliar a liquidez das ações.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
Demanda dos investidores pelo metal precioso geralmente costuma disparar em viradas de ano.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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