Ouro dispara +3% e revigora ETFs temáticos e ações da Aura Minerals; veja motivo
Apostas sobre o fim próximo da guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã favorecem metal precioso.
🚨 A Aura Minerals (AURA33) divulgou nesta quinta-feira (4), sua produção consolidada do segundo trimestre de 2025, totalizando 64 mil GEOs (equivalentes de ouro), volume que ficou 6% acima das projeções da XP Investimentos (XPBR31) e em linha com o desempenho registrado no mesmo período de 2024.
Um dos principais destaques foi a primeira fundição de ouro da unidade de Borborema, no Rio Grande do Norte, que produziu 2,6 mil GEOs.
A companhia afirmou que o projeto segue dentro do cronograma para atingir a produção comercial até o final do terceiro trimestre de 2025. A XP destacou a operação como um potencial motor de crescimento, classificando-a como um projeto de alto retorno.
A XP Investimentos considerou o resultado trimestral um avanço relevante na trajetória operacional da Aura. As operações de EPP (Ernesto/Pau-a-Pique), no Brasil, e San Andrés, em Honduras, foram responsáveis pelas maiores surpresas positivas: superaram as expectativas internas em 15% e 4%, respectivamente.
Mesmo com uma queda anual de 17% em EPP, o desempenho ficou acima das estimativas da corretora, que considerou o resultado com viés positivo, devido ao foco da empresa em novas frentes de lavra como Nosde e Lavrinhas.
Na unidade de Almas, também no Brasil, a produção somou 12,9 mil GEOs, avanço de 22% frente ao mesmo período do ano passado.
A operação teve melhora de eficiência após a troca de empreiteira no primeiro semestre, com destaque para o desempenho da mina e aumento nas taxas de processamento.
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Aranzazu, no México, teve uma queda de 10% em produção total na comparação anual, encerrando o trimestre com 22,3 mil GEOs. No entanto, a conversão de cobre para ouro permitiu um avanço de 15% na produção a preços constantes.
Já San Andrés registrou leve recuo de 6%, produzindo 18 mil GEOs, mas ainda assim superando as projeções da XP.
📊 Em relatório, a XP reforçou a recomendação de compra para os papéis da Aura, apoiada em três fundamentos: a valorização internacional do ouro em meio a tensões geopolíticas; a estratégia da companhia voltada a projetos de retorno elevado e conversão de recursos em reservas; e a futura oferta pública nos Estados Unidos, que deve ampliar a liquidez das ações.
Apostas sobre o fim próximo da guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irã favorecem metal precioso.
O pagamento está previsto para ocorrer até 26 de março de 2026, em reais.
Contratos futuros do metal dourado são negociados acima dos US$ 5 mil por onça-troy, revertendo pressão vendedora.
Só o metal prateado viu a sua cotação se desvalorizar -25%, a maior queda diária desde a crise financeira de 2008.
Investidores recorrem a ativos de reserva de valor e proteção, como o ouro, em meio às tensões geopolíticas em 2026.
A mineradora produziu mais de 82 mil onças de ouro no 4T25, atingindo o guidance do ano.
De acordo com o banco, ganhos não devem se limitar às companhias de petróleo dos EUA.
Se as petroleiras sofrem com o medo, a Aura Minerals colhe os frutos de ser uma das principais exposições ao ouro na bolsa brasileira.
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