Petrobras (PETR4) terá de pagar R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A Petrobras (PETR4) ganhou cerca de R$ 16 bilhões em valor de mercado na última sexta-feira (19), diante da possibilidade de distribuição dos dividendos extraordinários. Com isso, voltou a ser avaliada por mais de R$ 530 bilhões, revertendo o baque sofrido após a retenção do provento.
⛽ A petroleira era cotada em R$ 529,1 bilhões no dia 7 de março, quando a companhia apresentou os resultados de 2023 e decidiu reter R$ 43,9 bilhões em dividendos extraordinários. Contudo, perdeu R$ 55,3 bilhões em valor de mercado no dia seguinte, segundo levantamento do CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero.
O valor de mercado da Petrobras caiu para R$ 473,8 bilhões em 8 de março e chegou a bater nos R$ 465,9 bilhões nos dias seguintes, diante da reação negativa do mercado à retenção dos dividendos extraordinários. Só em abril esse valor voltou a subir, puxado pela alta dos preços do petróleo, e apenas na última sexta-feira (22) recuperou o patamar pré-crise dos dividendos.
Leia também: Petrobras (PETR4): Tesouro Nacional deve receber R$ 6 bilhões em dividendos
Segundo dados colhidos pelo CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero, a pedido do Investidor10, o valor de mercado da Petrobras ainda era avaliada em R$ 524,6 bilhões na última quinta-feira (18). Mas esse valor saltou para R$ 540,8 bilhões na sexta-feira (19).
A petroleira precisou, portanto, de 42 dias para reverter o baque de R$ 55,3 bilhões sofrido após a retenção dos dividendos extraordinários. E essa recuperação só veio diante da expectativa de que o governo passe a apoiar a distribuição de parte do provento.
💰 Após o fechamento do mercado na sexta-feira (19), a Petrobras confirmou que o seu Conselho de Administração concluiu que a distribuição de 50% dos dividendos extraordinários não comprometeria a sustentabilidade financeira da companhia e, por isso, vai avaliar essa possibilidade.
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reforçaram essa hipótese nesta segunda-feira (22) e lembraram que a decisão sobre os dividendos deve sair na assembleia de acionistas da próxima quinta-feira (25).
Diante disso, a Petrobras teve mais um dia positivo na B3. As ações da estatal subiram quase 2,5% nesta segunda-feira (22). Por isso, o valor de mercado da companhia passou dos R$ 550 bilhões, segundo dados do Investidor10. Esse valor, no entanto, ainda está abaixo do recorde de R$ 571 bilhões registrado em fevereiro de 2024.
Estatal é alvo de infração por parte do Ibama, que identificou o derramamento de fluído oleoso.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
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