Qual é o número mágico para o Bitcoin (BTC) voltar a subir em 2026, segundo analistas?
Especialistas do BTG Pactual monitoram o ponto de vista técnico da maior criptomoeda do mundo.
Muita gente voltou a falar sobre o Bitcoin (BTC) depois que a maior criptomoeda do mundo chegou a valer pela primeira vez na história US$ 123,3 mil no último dia 14 de julho. Mas existem muitas outras oportunidades nas chamadas altcoins (quaisquer criptoativos que não sejam o Bitcoin).
Afinal de contas, a própria dominância do BTC sobre o mercado cripto tem mostrado queda consistente desde o início do mês, representando 63% da capitalização total das moedas virtuais, atualmente em cerca de US$ 3,7 trilhões.
Segundo analistas do BTG Pactual, criptomoedas como Ethereum (ETH) que voltou a ultrapassar US$ 3 mil, e Solana (SOL), que atingiu patamares acima dos US$ 167 devido à expressiva entrada de recursos em ETFs, exemplificam a tendência de que as altcoins já trazem valorizações percentuais maiores que o Bitcoin.
"Caso o movimento permaneça consistente, julho poderá consolidar uma "altseason" mais ampla e diversificada. Além disso, a recente desvalorização do dólar no mundo, marcada pelo menor patamar do índice DXY desde 2022, segue fornecendo um contexto macroeconômico favorável para a continuidade do movimento de alta dos criptoativos", afirmam os analistas Matheus Parizotto e João Galhardo, em relatório.
Uma altseason se dá quando criptomoedas alternativas experimentam aumentos significativos de preços e superam o BTC, pelo fato de mercados com baixa capitalização terem potencial para fornecer retornos mais elevados.
Conforme apuração do Investidor10, entre as 100 maiores criptomoedas alternativas do mercado, 35 delas superaram a rentabilidade de +39% obtida pelo Bitcoin nos últimos 90 dias:
Especialistas do BTG Pactual monitoram o ponto de vista técnico da maior criptomoeda do mundo.
Na outra ponta, o Ouro e o Ibovespa lideraram os ganhos do ano no mercado brasileiro.
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