BRB (BSLI4) cobra dívida de R$ 799 mil de ex-presidente investigado no caso Master
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
O BC (Banco Central) autorizou um novo aumento de capital do Banco Master, uma das condições da venda da instituição para o BRB (BSLI4).
🏦 Em decisão publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (4), o BC autorizou o Master a elevar o seu capital social em R$ 1 bilhão, para R$ 4,763 bilhões.
Em junho, o Master também havia ampliado o seu capital social em R$ 1 bilhão.
Os aportes foram realizados depois que o controlador do Master, Daniel Vorcaro, levantou R$ 1,5 bilhão com a venda de ativos para o BTG Pactual (BPAC11), com o compromisso de injetar esses recursos no banco.
💲 Dessa forma, o Master avança no cumprimento das condições pactuadas no acordo com o BRB. Isso porque a injeção de R$ 2 bilhões de capital foi uma das condições apresentadas pelo BRB para a compra de até 58% do Master.
Além disso, a transação depende da aprovação do BC (Banco Central). O aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) já saiu, em junho.
De acordo com o "Valor Econômico", BRB e Master estão revisando os termos da transação para garantir a aprovação do BC.
Com isso, é possível que o BRB compre uma fatia do Master menor do que a pensada inicialmente. Além disso, Vorcaro deve ficar de fora do grupo de controle da parcela negociada.
O banco alega que Costa acumulou inadimplência em quatro operações de crédito firmadas com a instituição ao longo de três anos.
FII deve reunir 9 imóveis avaliados em US$ 6,5 bi, que devem ser cedidos pelo Distrito Federal.
O aumento de capital também prevê uma subscrição mínima de R$ 529 milhões.
O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, anunciou a medida após 11 horas de reunião na Câmara Legislativa do DF.
Decisão busca o ressarcimento dos prejuízos sofridos pelo BRB em transações com o Master.
Ideia é emitir até 1,675 bilhão de novas ações ordinárias, a um preço de R$ 5,29 cada.
Federalização é vista como alternativa mais complexa, mas deve ser analisada pelo conselho da estatal.
O texto autoriza o Executivo local a contratar até R$ 6,6 bilhões em crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras.
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