Agro do Brasil rende US$ 14,29 bilhões em exportações durante agosto; veja commodities
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🚨 Uma nova gigante da indústria de alimentos acaba de surgir. Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3) anunciaram na última quinta-feira (15), a fusão integral de suas operações, consolidando uma das maiores companhias de alimentos do mundo.
A integração entre as duas empresas promete trazer ganhos operacionais relevantes e um novo patamar de eficiência ao setor.
A fusão já começa a mostrar seus efeitos nos resultados do primeiro trimestre de 2025. A Marfrig alcançou uma receita líquida consolidada de R$ 38,6 bilhões, o que representa um salto de 27% em relação ao mesmo período do ano passado.
Já a BRF, atingiu uma receita líquida de R$ 15,5 bilhões, representando um aumento de 16%.
A integração gerou cortes e ganhos operacionais importantes. As despesas com vendas, gerais e administrativas (DVGA) somaram R$ 3,3 bilhões, com uma redução de 100 bps nas despesas sobre a receita líquida.
Houve foco em melhores práticas e uso conjunto de estruturas administrativas, comerciais e logísticas.
📈 Segundo fato relevante divulgado pelas companhias, a fusão tem potencial de sinergias estimadas em pouco mais de R$ 805 milhões, impulsionadas pelo aumento de receitas com oportunidades de cross-selling e pela redução de custos operacionais.
Além disso, estima-se uma economia fiscal de aproximadamente R$ 3 bilhões com a otimização tributária da nova estrutura combinada.
“Nossa integração cada vez maior foi fundamental para mitigar os efeitos não recorrentes e sazonalidade do primeiro trimestre”, destacou Marcos Molina, presidente do Conselho da Marfrig.
A eficiência aumentou com a troca de melhores práticas entre as empresas e a readequação da estrutura administrativa na América do Sul.
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Com a fusão, a Marfrig ganha musculatura para competir com as maiores empresas globais do setor de alimentos.
A diversificação geográfica e de produtos é um dos grandes trunfos da nova companhia, que passa a atuar de forma integrada nas cadeias de bovinos, suínos e aves, além de produtos processados e industrializados de alto valor agregado.
Outro ponto relevante é a redução da alavancagem. A BRF encerrou o trimestre com a menor alavancagem de sua história, 0,54x, enquanto a Marfrig consolidada apresenta alavancagem de 2,69x, com tendência de queda, segundo a empresa.
💲 A principal mudança para os acionistas é o fortalecimento da Marfrig como veículo único da nova companhia.
A BRF passa a ser consolidada dentro da Marfrig, o que pode afetar diretamente a forma como os resultados são divulgados e analisados.
Com maior eficiência operacional e foco em produtos com marcas fortes e maior margem, a expectativa é de geração de valor no longo prazo.
Para o investidor, isso significa uma companhia mais robusta, com presença internacional, alto poder de escala e capacidade de crescimento orgânico e por aquisições.
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A direção da companhia reafirma o compromisso com a sustentabilidade, a eficiência e a disciplina financeira. Entre as frentes estratégicas para os próximos trimestres estão:
Em 2025, a Marfrig conquistou a nota máxima (AAA) em três categorias do CDP: Mudanças Climáticas, Segurança Hídrica e Florestas, se tornando referência no setor.
📊 Com uma base global, sinergias capturadas e foco na rentabilidade, a nova MBRF se posiciona como uma das companhias mais promissoras do setor de alimentos no Brasil e no mundo.
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Principal índice da B3 até fechou esta sexta-feira (12) no vermelho, mas tocou os 144 mil pontos pela 1ª vez ao longo da semana.
As empresas confirmaram que a incorporação de ações da BRF pela Marfrig será concluída em 22 de setembro de 2025.
Apesar do noticiário, as ações de ambas as processadoras de proteína animal fecham em baixa hoje.
Marfrig indicou que não quer mais vender 3 plantas uruguaias para a Minerva, que discorda.
Empresas ainda não divulgaram cronograma de integração dos negócios
Após meses de incertezas, 43,79% dos acionistas minoritários da BRF votaram a favor da incorporação de ações pela Marfrig.
Assembleia estava marcada para segunda-feira (14), mas será adiada em ao menos 21 dias.
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