Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
Os brasileiros agora têm mais uma forma de investir em Bitcoin (BTC). É que a B3 (B3SA3) lançou nesta quarta-feira (17) o contrato futuro de Bitcoin (BIT).
📈O futuro de Bitcoin se baseia na variação de preços da criptomoeda, medida pelo índice de referência da Nasdaq, o Nasdaq Bitcoin Reference PriceTM Index (NQBTCTM). Logo, tem uma liquidação extremamente financeira e não envolve a compra e venda de criptomoedas.
De acordo com a B3, "o valor de um contrato será o equivalente a 0,1 bitcoin, ou seja, 10% do valor da criptomoeda em Reais". O futuro de Bitcoin pode ser negociado das 9h às 18h30 e terá vencimento mensal, sempre na última sexta-feira do mês.
Contratos futuros são derivativos que representam o compromisso de comprar ou vender um ativo a um preço determinado em uma data futura.
Apesar do vencimento mental, os contratos futuros têm ajustes diários, que refletem a oscilação dos preços do contrato no pregão.
Por causa desses ajustes diários, a B3 exige que os investidores depositem uma margem de garantia para negociar no mercado futuro e cobrir eventuais oscilações de preços.
🪙 No caso do futuro do Bitcoin, os investidores individuais terão que depositar uma margem mínima de R$ 100 por contrato.
"Os investidores que mantiverem posições nos contratos, ou seja, que não zerarem suas posições até o final do pregão, deverão depositar o equivalente a 50% do valor do contrato", acrescentou a B3.
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O mercado futuro é bastante usado como uma forma de proteção contra futuras variações de preços de ativos como moedas, ações commodities e taxas de juros.
Na avaliação da B3, o futuro de Bitcoin "é mais uma oportunidade para o investidor incluir em sua carteira exposição a criptomoedas, além de executar estratégias de proteção contra a variação de preços".
A Bolsa brasileira lançou o futuro de Bitcoin com o intuito de atender a crescente demanda dos investidores por produtos ligados a criptomoedas. Além disso, ressaltou que "o contrato contará, desde o lançamento, com formadores de mercado, agentes que negociam o produto e ajudam a trazer liquidez e confiabilidade para a formação de preços".
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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