Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Os brasileiros agora têm mais uma forma de investir em Bitcoin (BTC). É que a B3 (B3SA3) lançou nesta quarta-feira (17) o contrato futuro de Bitcoin (BIT).
📈O futuro de Bitcoin se baseia na variação de preços da criptomoeda, medida pelo índice de referência da Nasdaq, o Nasdaq Bitcoin Reference PriceTM Index (NQBTCTM). Logo, tem uma liquidação extremamente financeira e não envolve a compra e venda de criptomoedas.
De acordo com a B3, "o valor de um contrato será o equivalente a 0,1 bitcoin, ou seja, 10% do valor da criptomoeda em Reais". O futuro de Bitcoin pode ser negociado das 9h às 18h30 e terá vencimento mensal, sempre na última sexta-feira do mês.
Contratos futuros são derivativos que representam o compromisso de comprar ou vender um ativo a um preço determinado em uma data futura.
Apesar do vencimento mental, os contratos futuros têm ajustes diários, que refletem a oscilação dos preços do contrato no pregão.
Por causa desses ajustes diários, a B3 exige que os investidores depositem uma margem de garantia para negociar no mercado futuro e cobrir eventuais oscilações de preços.
🪙 No caso do futuro do Bitcoin, os investidores individuais terão que depositar uma margem mínima de R$ 100 por contrato.
"Os investidores que mantiverem posições nos contratos, ou seja, que não zerarem suas posições até o final do pregão, deverão depositar o equivalente a 50% do valor do contrato", acrescentou a B3.
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O mercado futuro é bastante usado como uma forma de proteção contra futuras variações de preços de ativos como moedas, ações commodities e taxas de juros.
Na avaliação da B3, o futuro de Bitcoin "é mais uma oportunidade para o investidor incluir em sua carteira exposição a criptomoedas, além de executar estratégias de proteção contra a variação de preços".
A Bolsa brasileira lançou o futuro de Bitcoin com o intuito de atender a crescente demanda dos investidores por produtos ligados a criptomoedas. Além disso, ressaltou que "o contrato contará, desde o lançamento, com formadores de mercado, agentes que negociam o produto e ajudam a trazer liquidez e confiabilidade para a formação de preços".
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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