Banco dobra aposta e ação “esquecida” pode subir 64% até 2026; saiba qual
O banco reiterou recomendação de compra e projetou um potencial de valorização de 64% em relação aos níveis atuais.
🚨 A Emirates Global Aluminum (EGA), uma das maiores produtoras de alumínio do mundo, estuda uma oferta de aquisição da Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3), segundo fontes ouvidas pela Reuters.
A negociação, ainda em fase exploratória, poderia marcar a entrada definitiva dos Emirados Árabes Unidos no setor de metais básicos da América Latina, fortalecendo a presença do país no mercado global de alumínio de baixo carbono.
De acordo com as fontes, a EGA contratou o Morgan Stanley como assessor financeiro para avaliar as condições e potenciais termos de uma proposta.
A companhia árabe é controlada pelos fundos soberanos Mubadala Investment Company (de Abu Dhabi) e Investment Corporation of Dubai (ICD) — dois dos maiores investidores estatais do Oriente Médio.
Embora o valor de uma possível oferta não tenha sido revelado, a CBA tinha valor de mercado de cerca de US$ 487 milhões (R$ 2,8 bilhões) no fechamento da última segunda-feira (6), segundo dados da LSEG.
“A CBA é um ativo completo, com operações integradas — da mina de bauxita à produção final de alumínio. Essa característica é rara e estratégica para qualquer player global que queira consolidar presença no continente”, afirmou uma fonte próxima às negociações.
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A Emirates Global Aluminum é um gigante da indústria. Com produção superior a 2,7 milhões de toneladas de alumínio por ano, a companhia está entre as cinco maiores do mundo fora da China, e tem buscado expandir sua atuação global em meio ao avanço da demanda por metais de transição energética.
A aquisição da CBA poderia representar um movimento estratégico para diversificar geografias e garantir acesso a reservas de bauxita e energia limpa — dois componentes essenciais para a produção de alumínio verde, cada vez mais demandado por montadoras e fabricantes de eletrônicos.
O Brasil, por sua vez, é um dos maiores produtores de bauxita do planeta, com reservas estimadas em mais de 2,7 bilhões de toneladas, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM).
“O Brasil tem uma vantagem competitiva natural: energia renovável e abundante, além de um parque industrial voltado à exportação. Isso o torna um destino atraente para players globais em busca de alumínio de baixo carbono”, explica um analista de mineração e metais ouvido pela reportagem.
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Caso a transação avance, a aquisição reforçaria o movimento crescente dos fundos soberanos árabes no Brasil, que já atuam fortemente em infraestrutura, energia e commodities.
O próprio Mubadala, um dos controladores da EGA, já tem presença consolidada no país — é dono da Refinaria de Mataripe, na Bahia (antiga RLAM, comprada da Petrobras), e acionista da ZEG Biogás & Energia e da Acelen, braço de energia renovável.
Nos últimos anos, o interesse do Oriente Médio por ativos industriais e minerais aumentou, motivado pela busca de diversificação econômica pós-petróleo e pela necessidade de garantir cadeias de suprimento para materiais críticos da transição energética, como alumínio, cobre e lítio.
📊 “O Brasil virou peça estratégica para investidores do Golfo, não apenas pelo potencial mineral, mas pela estabilidade institucional e matriz energética limpa”, explica um diplomata árabe ligado ao setor comercial.
O banco reiterou recomendação de compra e projetou um potencial de valorização de 64% em relação aos níveis atuais.
O contrato prevê o fornecimento de 115 megawatts médios (MWm) de energia a partir de 2027, com validade de 15 anos.
Com a operação, o capital social da companhia será reduzido de R$ 4,955 bilhões para R$ 4,554 bilhões.
Projeção para CBA é bastante positiva entre os bancos e casas de análises.
“O maior prejuízo no 4T23 é em função, principalmente do ajuste nos contratos futuros de energia”, afirma a empresa.
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