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A Fitch melhorou nesta terça-feira (29) a perspectiva da nota de crédito da Vale (VALE3), de estável para positiva. A revisão é fruto da conclusão do acordo de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG).
💲 Na avaliação da Fitch, "o acordo mitiga as incertezas, com saídas de caixa definidas e mais administráveis relacionadas à reparação integral dos acidentes de Mariana e Brumadinho, as quais não prejudicam o perfil financeiro da Vale".
Além disso, há a expectativa de que o acordo reduza a possibilidade de penalidades adicionais, como a que poderia vir da ação coletiva apresentada por vítimas da tragédia no Reino Unido. Afinal, um dos argumentos da ação é de que não havia uma solução final para o assunto no Brasil.
O acordo final de reparação de danos de Mariana foi assinado na última sexta-feira (25) pelas mineradoras Vale, BHP e Samarco e o governo federal.
O acordo soma R$ 170 bilhões, sendo que R$ 38 bilhões já foram desembolsados pelas empresas, R$ 32 bilhões dizem respeito a obrigações da Samarco e os outros R$ 100 bilhões serão pagos em conjunto pelas três mineradoras em um prazo de 20 anos.
Para a Fitch, "os desembolsos resultantes esperados são significativos, mas administráveis, considerando a posição de caixa da Vale, seu acesso ao mercado e o cronograma de pagamento".
Leia também: Visão Vale 2030: Confira as 3 prioridades da Vale (VALE3)
Diante disso, a agência de classificação de risco acredita que a Vale "continuará comprometida em preservar um perfil de baixa alavancagem e que gerará fluxos de caixa fortes, enquanto administra preços mais baixos de minério de ferro e equilibra oportunidades de crescimento e de retorno aos acionistas".
A projeção da Fitch é de uma dívida líquida média de US$ 10,4 bilhões entre 2024 e 2026.
⚒️ A Fitch também destacou o "aumento da escala e da diversificação da companhia em um mix de produtos ferrosos de maior valor agregado". Por isso, ao melhorar a perspectiva, reafirmou a nota de crédito da Vale em BBB.
A agência de classificação de risco citou o plano da companhia de produzir de 340 milhões a 360 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, sendo 85% de alta qualidade, além da expectativa de ampliar a produção de metais básicos como cobre e níquel.
Por isso, projeta um Ebitda de US$ 15,6 bilhões em 2024 e US$ 13,2 bilhões em 2025.
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Além da multa, a mineradora teve atividades suspensas em áreas estratégicas dos empreendimentos de Fábrica e Viga.
A Vale produziu 90,4 milhões de toneladas de minério de ferro no 4º trimestre.
A Vale produziu 336 milhões de toneladas em 2025, superando a Rio Tinto (RIOT34).
A mineradora produziu 90,4 milhões de toneladas de minério de ferro entre outubro e dezembro, resultado 6% superior ao registrado no 4T24.
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Prefeitura cobrou medidas de controle, monitoramento e compensação ambiental após incidente.
As autoridades ambientais apontaram impactos sobre recursos hídricos, além de possível degradação da fauna e da flora locais.
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