BRB (BSLI3) nega acusações de negócios com Master, veja
O BRB destacou ainda que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras.
O Banco de Brasília (BSLI3) anunciou, na manhã desta segunda-feira (1º) que vai distribuir dividendos aos seus acionistas. A instituição financeira prevê o repasse de R$ 146,6 milhões em proventos.
O valor será pago como juros sobre capital próprio, tendo como referência o desempenho da companhia no primeiro semestre de 2025. Cada ação ordinária dará direito ao recebimento de R$ 0,2911, enquanto cada papel preferencial, de R$ 0,3202.
A lista de beneficiados será montada no final do pregão da próxima quarta (3). Já na quinta (4), as ações passam a ser negociadas “ex-direito”.
O BRB agendou o pagamento dos proventos para o dia 12 de setembro, de acordo com o comunicado divulgado ao mercado. O JCP sofre desconto de Imposto de Renda, alíquota hoje fixada em 15%.
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Após a divulgação do dividendo, as ações do BRB dispararam na bolsa de valores, chegando a uma alta de 8% no pregão. Por volta das 11h, os papeis eram negociados na faixa de R$ 9.
Desde o começo do ano, o BRB vem passando por uma maré de volatilidade, que está atrelada à compra do Banco Master. No entanto, mesmo assim, o papel acumula uma valorização de 11% desde janeiro.
Nos primeiros seis meses do ano, o lucro líquido do BRB avançou 461% no intervalo de um ano, alcançando R$ 518 milhões, segundo balanço divulgado no mês passado. Também houve um crescimento no total de clientes, que hoje somam mais de 9,6 milhões de pessoas.
Nos últimos meses, o banco brasiliense precisou prestar diversos esclarecimentos ao poder público local sobre o processo de compra do Master. Em um dos episódios, o CEO Paulo Henrique Costa precisou ir à Câmara Legislativa do Distrito Federal para responder ao questionamento dos parlamentares.
Ele destacou que há uma previsão do BRB de pagar até R$ 2 bilhões em dividendos aos acionistas nos próximos cinco anos com a compra do banco paulista. O principal acionista da instituição é o Governo do DF.
"Nós mostramos aqui a lógica inteira da operação, falando do impacto que essa operação vai trazer de resultado ao longo do tempo e passamos uma expectativa de dividendos para os principais acionistas. A gente está falando de um impacto de aproximadamente 2 bilhões [de reais] em cinco anos", comentou..
O BRB destacou ainda que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras.
Contrato foi assinado em março, mas ainda dependia de avaliação do Banco Central.
A ANEABRB ainda expressa críticas à não realização de uma assembleia de acionistas pelo banco.
Papeis chegaram à casa de R$ 15 na bolsa de valores.
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