Dança das cadeiras movimenta empresas da B3 no começo de 2026

Trocas de executivos em companhias listadas acendem alerta no mercado

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Publicado em 12/01/2026 às 16:19h - Atualizado 10 horas atrás Publicado em 12/01/2026 às 16:19h Atualizado 10 horas atrás por Wesley Santana
Heineken é uma das principais fabricantes de cerveja do mundo (Imagem: Shutterstock)
Heineken é uma das principais fabricantes de cerveja do mundo (Imagem: Shutterstock)

Os últimos dias foram bastante movimentados no alto escalão de algumas das empresas da bolsa brasileira. Ao menos três delas anunciaram substituição dos principais executivos, o que deve, de alguma forma, movimentar os pregões dos próximos dias.

Uma das trocas foi vista na Brava Energia (BRAV3), que viu seu CEO renunciar ao cargo na última sexta-feira (9). Décio Oddone informou que deve permanecer no cargo até o fim do mês, quando deve ser substituído por outro nome ainda não definido pelo conselho de administração da companhia.

Outra mudança de destaque foi no Grupo Pão de Açúcar (PCAR3), que perdeu Sirotsky Russowsky, que ocupava os cargos de vice-presidente executivo financeiro e de diretor de relações com investidores. Ele estava há seis anos na companhia e atualmente liderava o processo de desalavancagem pelo qual a companhia vem passando.

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No exterior, a troca foi vista na Heineken, que vai perder seu diretor-presidente, Dolf van den Brink, nos próximos meses. Depois de uma queda importante na venda de cervejas, o executivo informou que vai deixar o cargo vago após seis anos de prestação de serviço.

Trocas nos comandos de empresas são um expediente comum, mas, em alguns casos, podem mostrar que a empresa tem novas estratégias de negócios. Para os investidores, acendem um alerta sobre um mau momento que a empresa possa estar vivenciando.

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