XP vê CSN (CSNA3) precisando de R$ 41 bi até 2030 e cobra novo CEO
Longe de ser por acaso, a escolha por uma nova liderança da CSN reflete a reorganização das contas da companhia.
📊 A CSN Inova, braço de inovação da CSN (CSNA3), e a Petrobras (PETR4) anunciaram um Protocolo de Intenções para explorar uma potencial parceria estratégica no desenvolvimento de uma planta de hidrogênio de baixo carbono no estado do Paraná.
O projeto visa atender tanto a demandas industriais quanto a novos mercados de combustível sustentável.
O hidrogênio será produzido via eletrólise da água, utilizando fontes renováveis de energia elétrica, em um movimento que alinha inovação tecnológica e responsabilidade ambiental.
Esse tipo de hidrogênio é considerado uma peça-chave para a transição energética global, com aplicações que variam de indústrias intensivas em carbono a soluções de mobilidade limpa.
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A iniciativa está inserida no plano estratégico de descarbonização da CSN, que visa reduzir a pegada de carbono em suas operações e promover práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
A Petrobras, por sua vez, reforça seu compromisso com tecnologias que impulsionem uma economia de baixo carbono.
Essa parceria pode marcar um novo capítulo na transformação da matriz energética brasileira, colocando o país na vanguarda de tecnologias sustentáveis e de inovação industrial.
🍀 Caso avance, o projeto terá implicações significativas para a competitividade de ambas as empresas no cenário global.
Longe de ser por acaso, a escolha por uma nova liderança da CSN reflete a reorganização das contas da companhia.
Benjamin Steinbruch deixa o comando executivo após 24 anos e assume a liderança do conselho de administração.
O negócio está travado por divergência entre o valor pedido pela empresa e as ofertas na mesa, disseram fontes sob sigilo à Reuters.
No acumulado dos primeiros seis meses, o prejuízo líquido da companhia alcançou R$ 1,3 bilhão.
A operação envolveu Notes existentes com juros de 6,750% ao ano e vencimento em 2028.
A companhia recebeu propostas vinculantes pelo negócio e agora vai analisar as propostas.
A siderúrgica prevê um prejuízo bilionário no primeiro semestre, além de um aumento da dívida.
A conclusão da transação ainda depende do cumprimento de condições precedentes.
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