Copel paga JCP e JHSF fixa corte para dividendos; confira a agenda
Além dos pagamentos efetivos, duas empresas definem datas de corte para dividendos ao longo da semana.
A Copel (CPLE6) desligou 1.078 funcionários nesta quarta-feira (14). Com isso, encerrou o PDV (Programa de Desligamento Voluntário) lançado em 2023.
🧑🏭 O PDV teve a adesão de 1.437 funcionários, sendo que 180 já haviam deixado a companhia e outros 179 permanecerão na empresa até o final de 2024 ou início de 2025 por ocuparem funções consideradas de maior criticidade.
Esses funcionários receberão uma indenização e a multa do FGTS, além do subsídio mensal referente ao plano de saúde e do auxílio alimentação por um período de 12 meses. A Copel teve, portanto, um custo de R$ 610 milhões com o PDV.
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Segundo a companhia, o custo do programa já foi provisionado em 2023. Por isso, haverá apenas o efeito caixa dos respectivos pagamentos nos próximos dias.
💲 Conforme informado em 2023, a Copel estima uma economia anual de R$ 428 milhões com os desligamentos. Os primeiros impactos já devem ser sentidos nos resultados do próximo trimestre.
Além disso, a elétrica disse ter tomado providências para manter a qualidade dos seus serviços diante da redução de pessoal.
"Nessa fase de sua transformação organizacional, a COPEL fez extenso mapeamento de processos e atividades, desenvolvendo um plano detalhado de transferência de conhecimento, mobilidade e promoções internas para substituir os que ingressaram no programa, além da automatização de processos para garantir a transição segura de atividades e os níveis de qualidade dos serviços", afirmou.
Além dos pagamentos efetivos, duas empresas definem datas de corte para dividendos ao longo da semana.
Para o JPMorgan, a Copel oferece hoje o maior potencial de valorização do grupo de empresas analisado, chegando a 19,4%.
A Copel vai encerrar as negociações da CPLE6, para unificar as ações preferenciais.
Saiba qual é o cronograma de recebimento dos valores pela elétrica mediante o negócio.
Debenturistas que participaram das 5ª e 9ª emissão de dívidas da estatal têm direito à bolada em dinheiro.
Detentores de notas comerciais emitidas pela estatal terminam de receber juros e amortização.
Acionistas que exercerem o direito de retirada devem receber um valor de R$ 8,64 por ação.
Com a unificação, a companhia passa a ter apenas ações ordinárias, alinhando-se às exigências do Novo Mercado.
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