Ibovespa ganha nova composição para 2026; veja quem entrou e quem saiu
O índice é recalibrado a cada 4 meses, para garantir que reúne as ações mais negociadas da B3.
📈 A Copasa (CSMG3) divulgou nesta quinta-feira (8), seu relatório operacional referente ao quarto trimestre de 2025, apresentando um crescimento saudável em suas principais métricas de consumo.
O volume medido total, que engloba os serviços de água e esgoto, avançou 3,5% na comparação anual.
O desempenho reflete não apenas o aumento do consumo nas residências e indústrias mineiras, mas também a capacidade da empresa em expandir sua infraestrutura de atendimento.
No detalhamento por segmento, o volume medido de água alcançou 179,7 milhões de metros cúbicos, uma alta de 3,3% frente ao 4T24.
Já o serviço de esgotamento sanitário apresentou um fôlego ainda maior, com crescimento de 3,9%, totalizando 125,3 milhões de metros cúbicos.
Esse avanço no esgoto é visto com bons olhos por analistas, pois costuma ser uma área com margens operacionais interessantes e alto potencial de universalização.
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Além do volume consumido, a Copasa conseguiu aumentar sua capilaridade no estado. O número de novas ligações de água cresceu 1,7%, enquanto as de esgoto subiram 2,4% no período.
Esses dados mostram uma empresa em crescimento orgânico constante, o que fortalece a tese de investimento para quem olha para o setor de saneamento como um porto seguro de geração de caixa.
Em dezembro de 2025, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) deu o sinal verde definitivo para a privatização da companhia, aprovando o Projeto de Lei que autoriza a venda do controle estatal.
Com os números operacionais em alta, o governo de Minas Gerais ganha argumentos técnicos para buscar um valuation mais elevado durante o processo de leilão, previsto para os próximos meses.
Para o investidor, o cenário une o útil ao agradável, com resultados operacionais que sustentam o pagamento de dividendos no curto prazo e o gatilho da privatização que pode destravar valor no longo prazo.
📊 A Copasa entra em 2026 mostrando que, independentemente do controle acionário, a operação segue ganhando tração e eficiência.
O índice é recalibrado a cada 4 meses, para garantir que reúne as ações mais negociadas da B3.
O Conselho de Administração também projetou um plano plurianual que estende os investimentos até 2030.
Na visão do banco, o cenário atual ainda não oferece elementos suficientes para uma recomendação positiva.
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Já a CVC (CVCB3) deve deixar o Ibovespa, quando o índice for recalibrado em janeiro.
A companhia vai distribuir R$ 338 milhões em dividendos e JCP para os seus acionistas.
Segundo o governador, a venda da estatal deve atrair forte interesse do setor privado e pode movimentar ao menos R$ 10 bilhões.
O documento estende a parceria entre a empresa e a capital mineira por mais 50 anos, até 7 de fevereiro de 2073.
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