Na corda bamba: Berkshire (BERK34), de Warren Buffett, pode deixar clube do trilhão
Desvalorização em 2026 ocorre em meio à transição de gestão pós-Buffett.
💲 A Berkshire Hathaway (BERK34), holding comandada por Warren Buffett, atingiu uma nova marca histórica de liquidez ao encerrar o terceiro trimestre de 2025 com US$ 381,7 bilhões em caixa.
O valor representa um novo recorde para o conglomerado e reflete uma posição conservadora de alocação, em meio a incertezas nos mercados globais.
Os lucros operacionais da companhia somaram US$ 13,5 bilhões, um crescimento de 34% na comparação com o mesmo período de 2024.
O resultado foi impulsionado principalmente pelo desempenho do setor de seguros, beneficiado por um trimestre com baixo número de desastres naturais, o que reduziu a necessidade de indenizações.
Durante o trimestre, a empresa vendeu US$ 6,1 bilhões em ações, sinalizando uma postura cautelosa diante dos preços dos ativos.
Apesar disso, a receita líquida de investimentos da Berkshire recuou 13%, para US$ 3,2 bilhões, impactada por uma queda nas taxas de juros de curto prazo.
O braço de seguros da Berkshire, que inclui operações diretas e de resseguros, voltou a registrar lucro antes de impostos, após prejuízos no mesmo período do ano anterior.
Um dos destaques foi a seguradora Geico, especializada em seguros automotivos, que aumentou sua base de clientes, mas viu o lucro antes de impostos recuar 13% devido à alta nos custos com sinistros.
➡️ Leia mais: Black Friday promete recorde de vendas e pode agitar ações da B3; veja quais
Mesmo com as ações da Berkshire Hathaway em queda de quase 12% desde maio, quando Warren Buffett anunciou que deixará o cargo de CEO até o fim do ano, a empresa optou por não recomprar ações no trimestre.
Esta é a quinta vez consecutiva em que a holding não realiza recompra de seus próprios papéis, mantendo o foco em preservar caixa.
Os dados da Berkshire Hathaway são acompanhados com atenção pelo mercado, já que o conglomerado possui participações em diversos setores-chave da economia dos Estados Unidos, como seguros, energia, ferrovias, manufatura e serviços financeiros.
📈 Por isso, os resultados da companhia são frequentemente vistos como um termômetro da atividade econômica americana.
Desvalorização em 2026 ocorre em meio à transição de gestão pós-Buffett.
Abel exercia a função de vice-presidente encarregado das operações fora do segmento de seguros.
Aos 95 anos, Warren Buffett cumpre o cronograma de sucessão anunciado em sua carta de despedida em novembro.
Investidor deixa conselhos de vida e agradece à “Senhora Sorte” em sua última mensagem anual.
Nova movimentação bilionária ocorre às vésperas da saída do megainvestidor do comando.
Aos 95 anos, Buffett confirma Greg Abel como CEO da Berkshire, acelera doações e encerra ciclo de seis décadas no comando da holding.
Relatório cita ‘muitos fatores negativos’ e recomenda venda, algo raro para a gigante de Omaha.
Se confirmada, a operação será a maior da Berkshire desde a compra da seguradora Alleghany, em 2022, por US$ 11,6 bilhões.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?