ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O Bitcoin (BTC) já subiu mais de 20% desde a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. Com isso, atingiu um valor de mercado de US$ 1,7 trilhão, superior ao de companhias como Meta (M1TA34), Tesla (TSLA34) e Berkshire Hathaway (BERK34).
🪙 De acordo com o site CompaniesMarketCap, o Bitcoin é o nono ativo mais valioso do mundo no momento. A criptomoeda, no entanto, está perto de ultrapassar a prata e tomar a oitava posição desse ranking. Isso porque, às 14h desta terça-feira (12), menos de US$ 10 bilhões separavam o Bitcoin e a prata.
Veja os 10 ativos mais valiosos do mundo às 14h desta terça-feira (12):
Além desses 10 ativos, só outros dois valem mais de US$ 1 trilhão: a Tesla e a Berkshire Hathaway. A fabricante de carros elétricos de Elon Musk é avaliada em US$ 1,080 trilhão nesta terça-feira (12). Já a gestora de Warren Buffet vale US$ 1,004 trilhão.
O Bitcoin valia cerca de US$ 1,4 trilhão há uma semana, mas disparou depois da eleição de Donald Trump, diante da expectativa de que o republicano adote medidas favoráveis ao setor de criptomoedas.
Trump prometeu, por exemplo, trocar o comando da SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, que tem regulado o avanço das criptomoedas no mercado americano.
O republicano já disse que o próximo presidente da SEC deve "construir" e não "bloquear o futuro". Além disso, prometeu fazer dos Estados Unidos a capital mundial do Bitcoin.
Leia também: Quais ações brasileiras ganham e perdem com a eleição de Trump?
🚀 A alta do valor de mercado do Bitcoin reflete a cotação da criptomoeda, que era negociada por cerca de US$ 71 mil antes da eleição do Trump e agora já flerta com os US$ 90 mil.
O Bitcoin atingiu a máxima de US$ 89,956 mil nesta terça-feira (12), de acordo com o site CoinMarketCap. A criptomoeda, no entanto, cedeu depois dessa pico e era negociada por US$ 87,1 mil às 14h.
Em reais, a criptomoeda cruzou a barreira dos R$ 500 mil na segunda-feira (11) e atingiu R$ 517,7 mil na máxima desta terça-feira (12). Às 14h, um Bitcoin era avaliado por R$ 505 mil.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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