BBA corta lucro do Banco do Brasil (BBAS3) para R$ 21 bi e aponta risco de queda
Para os analistas, a valorização recente não está ancorada nos fundamentos da instituição, mas sim no forte fluxo de capital estrangeiro.
💰 No cenário de evolução tecnológica financeira, o Banco do Brasil (BBAS3) e a empresa Giesecke+Devrient Currency Technology (G+D) formalizaram um acordo de cooperação técnica com o intuito de explorar o potencial do Drex.
O Drex é a versão digital do real desenvolvida pelo Banco Central, para transações offline.
A solução, já testada em países como Gana e Tailândia, utiliza pulseiras, cartões de plástico ou celulares para efetuar pagamentos com moedas virtuais sem a necessidade de conexão à internet.
A G+D, empresa global especializada em segurança digital, plataformas financeiras e tecnologia monetária, participa ativamente do desenvolvimento de projetos de moedas digitais de Bancos Centrais, como o Drex.
O Banco do Brasil integra oficialmente o projeto-piloto do Drex, cujo foco é adaptar a solução às necessidades brasileiras, oferecendo transações offline que complementem o uso de dinheiro, cartões e Pix.
O acordo, resultado de meses de negociação, tem como objetivo criar soluções adaptadas à realidade brasileira, permitindo o uso do Drex em transações cotidianas, como pequenas compras no comércio, pagamentos de serviços e mesadas.
O Banco do Brasil destaca que a solução foi apresentada no programa Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift Challenge) promovido pelo Banco Central.
A principal vantagem da implementação desse modelo, segundo o BB, é a possibilidade de explorar novos usos para o Drex. Caso os testes se mostrem bem-sucedidos, a moeda digital criptografada poderá ser utilizada em transações do dia a dia, proporcionando praticidade e segurança.
Além disso, a solução tem potencial para ampliar o acesso à moeda digital a pessoas com dificuldade de conexão à internet, sem inclusão financeira ou que residem em locais com infraestrutura precária.
Apesar do aumento da inclusão bancária e da popularização do Pix, o uso do dinheiro em espécie ainda é expressivo no Brasil, especialmente em razão da falta de conta ou cartão de crédito, apontou uma pesquisa da Tecban.
Diante desse cenário, o BB vislumbra a possibilidade de a solução de pagamento offline tornar-se uma alternativa prática, segura e simples ao dinheiro em espécie, além de contribuir para a popularização do Drex.
Para os analistas, a valorização recente não está ancorada nos fundamentos da instituição, mas sim no forte fluxo de capital estrangeiro.
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Segundo o BB, a iniciativa faz parte de medidas prudenciais adotadas desde 2025 para fortalecer os índices de capital.
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