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Se a atenção dos investidores se voltaram nas últimas semanas para a cotação do petróleo, diante da tensão no Oriente Médio, fazendo com diversas petroleiras ao redor do mundo entrassem no radar do mercado, agora é a disparada dos preços do cobre que podem ditar boa parte das narrativas do mercado.
Isso porque o presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse nesta terça-feira (8) que irá impor tarifas de 50% sobre as importações da commodity destinadas ao país, fora o alerta de que mais taxas elevadas para setores específicos estão a caminho. "Hoje, falamos de cobre. A tarifa no cobre, nós vamos fazer em 50%", disse o republicano durante uma reunião no Gabinete na Casa Branca.
Não demorou muito para que as palavras de Trump reverberassem sobre os contratos futuros de cobre negociados na Comex, a divisão de metais da Bolsa de Valores de Nova York, embora o presidente americano não tenha sinalizado quando a nova taxação entraria em vigor.
Assim, os preços do metal terminaram com uma valorização diária recorde de +13,12%, o melhor desempenho de curto prazo desde 1989. Na máxima do pregão, o preço dos contratos futuros de cobre encostaram em US$ 5,8955 por libra-peso.
Embora a mineradora brasileira Vale (VALE3) também produza o metal, o principal país fornecedor das exportações de cobre aos EUA é o nosso vizinho sul-americano Chile, sendo que os americanos precisam importar quase metade do que utilizam, segundo o US Geological Survey.
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Muitas são as maneiras de expor a carteira de investimentos à cotação do cobre, sendo as alternativas mais acessíveis aos investidores brasileiros a aplicação em mineradoras do metal ou fundos listados em bolsa (ETFs).
Entre as principais reações na bolsa americana hoje, os papéis da Freeport-McMoRan (FCX), uma multinacional com reservas significativas do cobre em diversas geografias, fecharam em alta de +2,53%, negociados por US$ 46,27 cada. No Brasil, as ações são diretamente negociadas sob o código FCXO34.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido US$ 1 mil em FCX há cinco anos, hoje você teria US$ 3.681,88, já considerando o reinvestimento de dividendos em dólar. A simulação também aponta que o ETF VOO (investimento que replica o S&P 500) teria retornado US$ 2.085,41 nas mesmas condições.
Outras mineradoras globais mais conhecidas, que, assim como a brasileira Vale, também têm alguma exposição ao cobre, são: BHP Group (BHP) e Rio Tinto (RIO). Ambas as companhias estrangeiras também têm ações diretamente negociadas na B3, sob os códigos BHGP34 e RIOT34, respectivamente.
Já quem prefere investir na tese do cobre de maneira mais diversificada com ETFs tem escolhas mais restritas na bolsa americana.
A primeira delas é o Global X Copper Miners ETF (COPX) que aplica o dinheiro dos cotistas automaticamente em aproximadamente 40 mineradoras de cobre ao redor do mundo, com destaque para a gigante chilena Antofagasta PLC, cujas ações são negociadas na Bolsa de Valores de Londres.
Já a segunda opção é o United States Copper Index Fund (CPER) que investe em contratos futuros de cobre. Os ativos do ETF incluem contratos futuros do terceiro metal mais consumido no mundo e uma quantia equivalente em dinheiro e equivalentes servindo como garantia.
Conforme apuração do Investidor10, se você tivesse investido US$ 1 mil no ETF COPX há cinco anos, hoje você teria US$ 2.551,18, já considerando o reinvestimento dos dividendos em dólar. A simulação também aponta que o ETF CPER teria retornado US$ 1.752,95 nas mesmas condições.
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