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Depois de longos 26 anos, por fim, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia foi aprovado pelos europeus. E isso surge como uma boa notícia para o Brasil, que pode ver seu PIB (Produto Interno Bruto) elevado com o início de novas regras para o comércio entre os dois continentes.
Segundo um levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o acordo pode acrescentar 0,46% ao PIB do país. Isso representa um potencial comercial de US$ 9,3 bilhões até 2040.
O documento destaca que, entre os países latinos, o Brasil é o maior beneficiado com o acordo. Os outros participantes do Mercosul teriam um acréscimo de 0,2% em suas economias, enquanto os países europeus veriam uma aceleração de 0,06% como benefício do contrato.
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"É um enorme feito do ponto de vista geopolítico por conta do atual momento da economia mundial, com as tarifas impostas pelos Estados Unidos. É uma sinalização muito forte e importante, e esse é o grande ganho", avalia Ribeiro. "O governo brasileiro sinaliza que pode ter problemas com os Estados Unidos, mas está se entendendo com a Europa, reforçando laços com outros parceiros”, continua.
Na tarde desta sexta-feira (9), o presidente Lula comemorou a aprovação por parte da Comissão Europeia e classificou o dia como “histórico para o multilateralismo”. O chefe do Planalto também pontuou que este surge como um dos mais importantes acordos entre blocos econômicos, considerando que engloba mais de meio bilhão de pessoas.
“Após 25 anos de negociação, foi aprovado o Acordo entre Mercosul-União Europeia, um dos maiores tratados de livre comércio do mundo. A decisão chancelada pelo lado europeu une dois blocos que, juntos, somam 718 milhões de pessoas e um PIB de US$ 22,4 trilhões", afirmou Lula em uma rede social.
O acordo ainda não está em vigor porque depende de assinatura e aprovação por parte de cada país do Mercosul. No entanto, a celebração acontece porque a parte mais difícil, que era o imbróglio da aprovação na Europa, foi vencida.
Por lá, o Parlamento Europeu também precisa ratificar o acordo e só então ele deve entrar em vigor. Ainda não há uma data oficial para que isso aconteça, mas provavelmente será ainda neste ano, conforme esperam as autoridades dos dois lados do Atlântico.
"O acordo é uma sinalização em favor do comércio internacional como fator para o crescimento econômico, com benefícios para os dois blocos", finalizou Lula.
Outras entidades que representam as empresas brasileiras também se manifestaram de forma favorável ao acordo, mas fizeram algumas ressalvas ao texto. A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), por exemplo, disse que o texto não é perfeito, mas foi o possível dentro de um universo que contempla 31 países.
“Para a Fiesp, o trabalho de verdade começa agora. Caberá a todos nós inovar, melhorar a produtividade e buscar incessantemente a excelência da porta para dentro das fábricas, onde já fazemos frente aos competidores europeus. E trabalharemos para assegurar a isonomia competitiva que permita ao empreendedor nacional prosperar e tirar o máximo proveito das oportunidades que o acordo oferece”, diz Paulo Skaf, presidente da Fiesp.
Já o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lembrou que as tratativas se estenderam por mais de duas décadas.
“A aprovação pelas instâncias comunitárias europeias permitirá que o Acordo de Parceria seja assinado após mais de 26 anos do início das negociações. O Acordo integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 22 trilhões de dólares. Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais”, diz nota também assinada pelo Ministério das Relações Exteriores.
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