Na corda bamba: Berkshire (BERK34), de Warren Buffett, pode deixar clube do trilhão
Desvalorização em 2026 ocorre em meio à transição de gestão pós-Buffett.
🗣️ Neste sábado (22), Warren Buffett, por meio de sua carta anual aos acionistas da Berkshire Hathaway (BERK34), dirigiu uma mensagem de advertência ao governo dos Estados Unidos, enfatizando a importância de Washington preservar a estabilidade da moeda.
“O papel-moeda pode ver seu valor evaporar se a insensatez fiscal prevalecer”, escreveu Buffett. “Em alguns países, essa prática imprudente se tornou habitual e, na curta história de nosso país, os EUA chegaram perto do limite.”
Em sua carta anual aos acionistas, Buffett alertou o governo dos EUA sobre a importância de manter a moeda estável. Ele também abordou a transição de liderança, reconhecendo sua idade avançada, o uso de bengala e a redução do tempo de respostas na reunião anual de maio.
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💬 Ele assegurou aos acionistas que Greg Abel, vice-presidente, está preparado para assumir o conglomerado, demonstrando capacidade de alocação de capital. A Berkshire finalizou o ano de 2024 com um montante recorde de US$ 334,2 bilhões em caixa e equivalentes, reflexo das altas avaliações de mercado e da venda agressiva de ações, com destaque para a Apple (AAPL34).
A empresa mantém a posição de vendedora líquida de ações por nove trimestres consecutivos. Apesar das preocupações expressadas por Warren Buffett sobre a situação fiscal dos Estados Unidos, ele assegura que a Berkshire continuará priorizando a posse de ações, especialmente as americanas, em detrimento do dinheiro. Ele também garante que a Berkshire "não está acabada".
💭 Além disso, Buffett informou que a Berkshire Hathaway planeja aumentar suas participações nas cinco casas comerciais japonesas em que já investe: Itochu, Marubeni, Mitsubishi, Mitsui e Sumitomo. Ao final do ano, o investimento da Berkshire nessas empresas totalizava US$ 23,5 bilhões.
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