Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
A partir desta terça-feira (6), quem embarcar em ônibus na cidade de São Paulo vai desembolsar um pouco mais. A prefeitura anunciou um reajuste na tarifa, que sobe de R$ 5 para R$ 5,30.
As passagens do Metrô e da CPTM também foram reajustadas pelo governo do estado. A tarifa básica sobe de R$ 5,20 para R$ 5,40, conforme informações publicadas no Diário Oficial do Estado.
Com isso, a integração de ônibus e transporte sob trilhos passa a ser de R$ 9,38, e não mais de R$ 8,90. Cada cidade da região metropolitana deve decidir individualmente o novo valor das tarifas nos ônibus municipais.
A gestão de Ricardo Nunes (MDB) defende que a correção da tarifa de ônibus ficou abaixo do índice IPC-Fipe Transporte Coletivo. A gestão municipal diz que o reajuste é necessário para “garantir a eficiência, a segurança e a qualidade do serviço prestado à população”.
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A prefeitura de SP informou que os usuários que recarregarem o Bilhete Único até o fim desta segunda terão direito ao valor atual da tarifa. Os créditos têm validade de 180 dias, quando passam a ser descontados com o valor da passagem vigente.
É importante destacar que cada tarifa em SP dá direito a quatro embarques em ônibus dentro da capital pelo período de três horas. No caso da integração com trilhos, a tarifa serve para um embarque em trem ou metrô, além de três viagens em ônibus pelo período de duas horas.
No Rio de Janeiro, as passagens já foram reajustadas na manhã desta segunda (5), quando subiram de R$ 4,70 para R$ 5. O valor serve para ônibus, VLTs, BRTs e vans, conforme destacou a gestão de Eduardo Paes.
Por enquanto, o Metrô do RJ deve continuar operando com o custo de R$ 7,90 por embarque, o que já representa o mais alto do país. O mesmo acontece com os trens intermunicipais, operados pela Supervia, que não devem sofrer reajuste neste ano. A concessionária definiu que a tarifa será mantida em R$ 7,60 ao longo deste ano, conforme pontuou por meio de nota.
“O reajuste anual da tarifa dos trens urbanos tem como base o contrato de concessão firmado com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, que define o IGP-M acumulado de 12 meses como o índice de correção do valor. Dessa forma, a tarifa não sofrerá reajuste, permanecendo em R$ 7,60 (valor sem Bilhete Único ativado no cartão Riocard)”, informou a concessionária.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
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