Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
💲 Nesta sexta-feira (27), o Banco do Brasil (BBAS3) distribui mais de R$ 1 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP), referentes ao quarto trimestre de 2024.
O pagamento, de R$ 0,17649109403 por ação, será realizado com base na posição acionária de 11 de dezembro, conhecida como "data com".
Quem adquiriu ações a partir de 12 de dezembro não terá direito ao benefício, já que as ações passaram a ser negociadas na modalidade "ex".
O JCP é uma forma de remuneração aos acionistas sujeita à tributação de 15% de Imposto de Renda, ao contrário dos dividendos, que são isentos.
Essa distinção torna o JCP um tema recorrente entre investidores que buscam otimizar seus retornos.
Além do Banco do Brasil, pelo menos outras sete companhias listadas na B3 (B3SA3) realizam pagamentos aos investidores nesta sexta-feira.
Entre os destaques está a Monteiro Aranha (MOAR3), que distribui R$ 14,56 por ação em uma das três operações programadas. Para receber o valor, era necessário ter posição acionária até o fechamento do pregão de 4 de janeiro de 2024.
Outro nome de peso é a BR Partners (BRBI11), que paga R$ 81,9 milhões em JCP, o equivalente a R$ 0,78 por unit e R$ 0,26 por ação ordinária ou preferencial, com base na posição acionária de 4 de dezembro.
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A lista de empresas que pagam proventos nesta sexta-feira inclui ainda nomes como Eternit (ETER3), Totvs (TOTS3) e Baumer (BALM4), entre outras.
Esses pagamentos reforçam a atratividade de ações que oferecem retorno via dividendos e JCP, especialmente em um cenário de volatilidade no mercado.
Para os investidores, estar atento às datas de proventos pode significar maior previsibilidade nos retornos e uma estratégia mais eficiente de alocação de capital.
📈 Empresas que regularmente remuneram seus acionistas, como o Banco do Brasil, são vistas como sólidas e confiáveis, especialmente por aqueles que buscam renda passiva.
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Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
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Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
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