Valorização de até 900%: Quais empresas na B3 mais sobem no Lula 3
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🗣️ O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou críticas públicas à abordagem do presidente Joe Biden em relação ao conflito entre Israel e o Hamas. No entanto, como potencial candidato presidencial pelo Partido Republicano, Trump não apresentou muitas propostas para resolver o problema.
Durante os cinco meses de guerra, que lançaram uma sombra sobre a campanha de reeleição de Biden, Trump geralmente ficou à margem. Embora tenha expressado apoio geral à campanha militar de Israel contra o Hamas, ele afirmou que tal guerra não teria ocorrido sob sua liderança. Trump evitou, em grande parte, entrar em detalhes sobre como o conflito deveria ser encerrado e o que deveria acontecer em seguida.
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Em uma entrevista no último domingo 917), Trump instou Israel a encerrar rapidamente a guerra e sugeriu que as crescentes divisões entre os democratas e o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foram influenciadas pela política interna dos EUA.
"Qualquer judeu que vote nos democratas odeia sua religião", disse Trump em uma entrevista na segunda-feira (18). O apoio a Israel foi um pilar da política externa de Trump durante sua presidência. No entanto, à medida que seu relacionamento com Netanyahu se deteriorava, ele transmitia mensagens contraditórias desde o início da guerra.
Nos últimos meses, Trump afirmou que "apoiaria totalmente Israel em derrotar, desmantelar e destruir permanentemente o grupo terrorista Hamas", segundo informações da Dow Jones Newswires. Ele também sugeriu proibir que refugiados palestinos entrassem nos Estados Unidos e defendeu o corte de todo o financiamento aos palestinos. Por vezes, Trump culpava os líderes israelenses e insinuava que Israel estava perdendo a batalha da opinião pública na guerra.
Trump tem sido geralmente resistente ao envolvimento dos EUA em conflitos estrangeiros, levantando dúvidas sobre se uma futura administração sob sua liderança assumiria um papel tão ativo na guerra entre Israel e o Hamas quanto a de Biden.
A campanha de Trump não respondeu a perguntas sobre o conflito, como se deveria haver um cessar-fogo em Gaza, se ele consideraria restringir a ajuda dos EUA a Israel, se apoiava uma solução de dois Estados e quais seriam seus planos para Gaza pós-guerra.
Uma pesquisa do Wall Street Journal neste mês constatou que 60% dos eleitores desaprovavam a maneira como Biden lidou com a guerra, oito pontos percentuais a mais do que em dezembro. Cerca de 16% dos republicanos disseram que Israel havia ido longe demais em sua resposta ao Hamas, em comparação com 70% dos democratas.
Durante seu mandato, Trump cortou todo o financiamento à agência das Nações Unidas que apoia os refugiados palestinos, transferiu a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e fechou o escritório da Organização para a Libertação da Palestina em Washington.
Ele também declarou que os Estados Unidos não consideram mais os assentamentos israelenses na Cisjordânia uma violação do direito internacional, revertendo uma política de quatro décadas que foi recentemente reintroduzida pela administração Biden. A mudança na embaixada ocorreu após Trump reconhecer formalmente Jerusalém como a capital de Israel, revertendo quase sete décadas de política externa dos EUA.
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