Cosan (CSAN3) e Shell avaliam aporte de R$ 10 bi para 'socorrer' a Raízen
Paralelamente às tratativas sobre o aporte, a Raízen avança em um plano de desinvestimentos que pode somar cerca de R$ 10 bilhões.
A Raízen (RAIZ4) lidera as principais altas do Ibovespa na tarde desta quarta-feira (21). Às 15h32 (horário de Brasília), o ativo subia quase 8% (7,14%), a R$ 1,80. Em seguida, estavam MRFG3 com alta de 1,86% e CSAN3 com valorização de 1,58%. Já o Ibovespa apresentava queda de 1,70%, aos 127.738,03 mil pontos.
💰 Isso porque a Raízen fechou um acordo para transferir mais um grupo de projetos de usinas de geração solar distribuída para o Patria Investimentos. Segundo apuração do "NeoFeed", a Raízen Energia vendeu esses ativos para uma subsidiária do Patria Infraestrutura Energia Core Renda Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura.
Vale lembrar que uma semana atrás a empresa também divulgou seu balanço do ano fiscal 2024/2024. A empresa viu seu prejuízo líquido crescer 184%, para R$ 2,514, bilhões, ante R$ 879 milhões no período apurados anteriormente. Na outra ponta, a receita líquida subiu 7,5% na base anual, de R$ 53,685 bilhões, para R$ 57, 727 bilhões.
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Segundo a empresa, o lucro foi impactado por "desafios operacionais que comprometeram a performance dos negócios; efeitos não recorrentes, principalmente relacionados à revisão da estratégia de atuação em Trading; (aumento das despesas financeiras; e constituição de provisão para não realização de tributos diferidos".
📊Já o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucros antes de impostos e juros) foi de R$ 1,721 bilhão, recuando 53,3% em relação aos R$ 3,686 bilhões do mesmo período do ano anterior. Além disso, a alavancagem passou de 1,3 vez para 3,2 vezes, considerando a relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses.
"O aumento da dívida líquida decorre do menor resultado operacional, do ainda elevado volume de investimentos em crescimento e da redução em R$ 6,6 bilhões do saldo de operações de convênio com fornecedores e adiantamento de clientes", justificou a empresa em relatório.
No trimestre, os investimentos totalizaram R$ 4,507 bilhões, queda de 12% frente aos R$ 5,120 bilhões do período anterior. A Raízen também registrou prejuízo líquido de R$ 4,177 bilhões no acumulado do ano fiscal, uma reversão em relação ao lucro de R$ 614 milhões do período anterior. A receita líquida, por sua vez, subiu 15,8%, passando de R$ 220,454 bilhões para R$ 255,269 bilhões.
Paralelamente às tratativas sobre o aporte, a Raízen avança em um plano de desinvestimentos que pode somar cerca de R$ 10 bilhões.
As ações da Raízen estão sendo negociadas abaixo de R$ 1 desde 6 de outubro, o que caracteriza um penny stock segundo as regras da B3.
Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3) também sobem, com combate à informalidade no setor de combustíveis.
A empresa anunciou as renúncias de Cristiano Pinto da Costa e Rodrigo Araújo Alves.
Produtora de açúcar e etanol traz resultados do segundo trimestre da atual safra 2025/2026.
Tanto a holding diversificada quanto sua joint-venture, que atua na produção de açúcar & etanol, estão sob nova direção.
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A reorganização foi aprovada por unanimidade em AGE e integra o plano estratégico do grupo para centralizar os ativos.
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