2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Depois de dias seguidos de aceleração, as taxas do Tesouro Direto tiveram recuo na manhã desta sexta-feira (10). Os títulos atrelados à inflação chegaram a cair até 9 pontos, conforme mostram dados da plataforma do governo federal.
O maior recuo foi visto no título com vencimento em 2032, que operava em IPCA+7,72% e iniciou a sessão em 7,63%. Já o produto com data para 2037 caiu de 7,51% para 7,43%, ainda conforme dados do sistema.
Os produtos da categoria Educa+, que vencem a partir de 2027, também passaram por grandes correções. O título marcado para 2044, pelo qual era oferecida taxa de IPCA+7,07% ao ano ontem, agora opera em IPCA+6,93% a.a., uma diferença de 14 pontos em menos de 24 horas.
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O movimento de hoje acontece após as falas do presidente Donald Trump, na véspera, quando afirmou que a guerra está perto de acabar. O comentário foi suficiente para acalmar os mercados, que vinham de dias consecutivos de reações fortes.
O Tesouro sofreu muito com o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã desde a semana passada. Por diversas vezes, as negociações tiveram que ser interrompidas em decorrência de fortes altas nas taxas pagas pelos títulos.
A reversão do risco faz com que os investidores procurem ativos mais seguros, e os títulos públicos -garantidos pela União- fazem parte dessa categoria. Dessa forma, quanto maior a demanda, menores tendem a ser as taxas na marcação a mercado.
Embora Trump tenha tentado acalmar os mercados globais, o cenário no Oriente Médio segue indefinido. O governo iraniano destacou que a guerra só vai acabar quando eles disserem, o que amplia as possibilidades de que o conflito se arraste por mais algum tempo na região.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
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