Petrobras (PETR4) já subiu mais de 20% no ano; ainda vale a pena investir?
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
A Petrobras (PETR4) levantou US$ 2 bilhões (equivalentes a R$ 10,814 bilhões) em uma emissão internacional de Global Notes, conduzida por sua subsidiária PGF (Petrobras Global Finance B.V.). Do total, US$ 1 bilhão vence em 2030 e outros US$ 1 bilhão em 2036.
💸 De acordo com a estatal, a emissão, precificada em 3 de setembro de 2025, obteve o menor spread frente aos títulos soberanos do Brasil desde 2006 (para 2036) e desde 2002 (para 2030). Em comparação aos títulos do Tesouro dos EUA, foi o menor patamar desde 2011 no papel de 2036 e desde 2001 no de 2030. Segundo a empresa, a demanda aproximada foi 3,4 vezes superior à oferta.
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Emissão: Global Notes a 5,125% com vencimento em 2030
Emissão: Global Notes a 6,250% com vencimento em 2036
No segundo trimestre, a Petrobras reportou lucro líquido de R$ 26,65 bilhões, revertendo prejuízo visto no mesmo período de 2024. O Ebitda ajustado alcançou R$ 52,3 bilhões, 5,1% acima do registrado um ano antes.
💰 A receita de vendas totalizou R$ 119 bilhões, com quedas de 2,6% na base anual e de 3,3% na comparação trimestral. O lucro líquido sem efeitos exclusivos foi de R$ 23,18 bilhões, refletindo a redução de 10% no Brent e maiores despesas operacionais.
O fluxo de caixa livre apresentou retração expressiva: caiu quase 40% em relação ao segundo trimestre de 2024, para R$ 19,2 bilhões. No comparativo com o primeiro trimestre, o recuo foi de 26,1%.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
Ela lembrou ainda que a companhia já mantém um projeto de gás natural na Colômbia.
Valor do combustível já foi reduzido em R$ 0,50 desde 2022, diz empresa.
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