Petrobras (PETR4) avança na África, com aquisição na Namíbia
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
📊 A Petrobras (PETR4) e a CSN (CSNA3) anunciaram, nesta segunda-feira (02), a assinatura de um contrato para o fornecimento de gás natural, visando atender à unidade industrial da CSN localizada no Rio de Janeiro.
Este acordo marca o ingresso da Usina Presidente Vargas (UPV), situada em Volta Redonda (RJ), no mercado livre de gás natural, em um movimento estratégico para otimização de custos e ganho de competitividade.
Os valores do contrato não foram revelados.
A parceria entre as duas gigantes do setor têm como objetivo não apenas assegurar o fornecimento de gás, mas também explorar oportunidades de colaboração no contexto de descarbonização e sustentabilidade.
De acordo com a Petrobras, somente no segundo trimestre deste ano, a companhia firmou e modificou contratos de fornecimento de gás natural na modalidade de consumidor livre, totalizando um volume aproximado de 940 mil metros cúbicos por dia.
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Este movimento posiciona a Petrobras como principal fornecedora de gás natural para a CSN no novo ambiente do mercado livre, caracterizado pela transparência e competitividade.
"Estamos empenhados em desenvolver soluções que fomentem um mercado de gás natural aberto e sustentável no Brasil," afirmou Maurício Tolmasquim, Diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras.
A transição da CSN para o mercado livre de gás natural representa um passo significativo na estratégia da companhia para reduzir custos operacionais e agregar valor.
Rogério Pizeta, Diretor de Energia da CSN, destacou que a empresa se torna, com este movimento, o maior consumidor industrial de gás natural do Brasil a operar no mercado livre, contratando tanto a molécula quanto o transporte de saída.
📈 A parceria entre Petrobras e CSN no mercado de gás natural ilustra a importância de uma abordagem estratégica voltada para a sustentabilidade e competitividade no cenário industrial brasileiro.
A estatal comprou uma participação de 42,5% em um bloco exploratório de 11 mil km².
Apesar da autorização, a retomada da perfuração está condicionada ao cumprimento de uma série de exigências técnicas.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
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