Petrobras (PETR4): Produção cresce e atinge 3,2 milhões de boed em dezembro
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
💲 Na manhã desta segunda-feira (26), as ações da Petrobras (PETR4) registraram forte valorização na B3, impulsionadas pela alta nos preços do petróleo e pela revisão positiva de recomendação por parte de grandes instituições financeiras.
Por volta das 10h20 (horário de Brasília), os papéis PETR3 subiam 3,02%, sendo cotados a R$ 40,58, enquanto as ações preferenciais PETR4 avançavam 2,71%, negociadas a R$ 37,89.
Outras empresas do setor de óleo e gás também apresentaram desempenho positivo. A 3R Petroleum (RRRP3), PetroReconcavo (RECV3) e PRIO(PRIO3) registraram ganhos próximos de 1%, refletindo o movimento de alta no segmento.
A valorização do petróleo no mercado internacional, com elevação de aproximadamente 3%, tem sido um fator crucial para essa movimentação positiva.
A alta nos preços ocorreu após o anúncio do governo do leste da Líbia sobre a suspensão das exportações de petróleo e o fechamento de todos os campos de produção, medida que interrompeu tanto a extração quanto o fluxo de exportação, gerando preocupação com a oferta global.
O cenário geopolítico no Oriente Médio também adiciona uma camada de incerteza ao mercado de petróleo.
📈 No fim de semana, houve um aumento significativo nas tensões entre Israel e o grupo Hezbollah, com lançamentos de foguetes e drones, seguidos por uma forte resposta militar israelense, marcando um dos maiores confrontos nos últimos dez meses.
Esse ambiente de incerteza eleva o risco de interrupções no fornecimento de petróleo na região, um fator que costuma pressionar os preços para cima.
Em termos de análise de mercado, o Morgan Stanley elevou a recomendação para os American Depositary Receipts (ADRs) da Petrobras negociados nos Estados Unidos, conhecidos como PBR, de 'equalweight' para 'overweight'.
Essa mudança sugere uma expectativa de desempenho acima da média do mercado.
O banco também revisou o preço-alvo desses ativos de US$ 18 para US$ 20, implicando um potencial de alta de 39% em relação ao preço de fechamento da última sexta-feira (23).
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
Ela lembrou ainda que a companhia já mantém um projeto de gás natural na Colômbia.
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