Dividendos da Petrobras (PETR4) podem decepcionar no 4T25, alerta BTG
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
🚨 A Petrobras (PETR4) reafirmou nesta segunda-feira (13) seu compromisso em evitar o repasse direto das oscilações externas para os consumidores brasileiros, buscando oferecer maior previsibilidade no mercado doméstico.
A estatal destacou que monitora de perto os fundamentos do mercado internacional, mas adota uma abordagem cautelosa, mantendo períodos de estabilidade nos preços internos.
Segundo a estatal, suas decisões são baseadas em análises detalhadas e não podem ser antecipadas por questões concorrenciais. Essa estratégia visa mitigar os efeitos das flutuações cambiais e das cotações internacionais na economia nacional.
Apesar dessa política, a defasagem nos preços praticados pela Petrobras em relação ao mercado internacional tem gerado especulações no setor.
Dados recentes indicam que o diesel apresenta um gap de 22%, enquanto a gasolina registra uma diferença de 13%. Isso intensifica as expectativas de reajustes futuros, especialmente em um cenário de contínua alta do petróleo e pressão cambial.
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A empresa esclareceu que, embora desempenhe um papel importante na formação do preço dos combustíveis, não controla a totalidade dos valores finais cobrados nos postos. Os preços ao consumidor são compostos por múltiplos fatores, incluindo:
Atualmente, a parcela média da Petrobras no preço da gasolina vendida nas distribuidoras é de R$ 2,21 por litro, enquanto no caso do diesel, esse valor sobe para R$ 3,03 por litro.
💲 Em 2024, a Petrobras implementou apenas um reajuste no preço da gasolina, realizado em julho, com um aumento de R$ 0,15 por litro.
Para o diesel, o último reajuste ocorreu em outubro de 2023, seguido por duas reduções em dezembro do mesmo ano. Desde então, os preços permanecem estáveis.
Para o banco, os dividendos da estatal podem ser pressionados pela alta dos investimentos.
Segundo a ANP, a produção da Petrobras avançou em dezembro, com alta no petróleo e no gás natural, impulsionada pelo pré-sal.
A disparada levantou dúvidas entre os investidores sobre quanto dessa alta já está precificada e o que ainda pode sustentar o papel em 2026.
Sem a petroleira, o lucro das demais estatais somou R$ 41,8 bilhões, o que deixa clara a forte dependência em relação à Petrobras.
Por volta das 12h, os papéis preferenciais PETR4 subiam 2,54%, negociados a R$ 38,29, liderando os ganhos do Ibovespa.
Segundo comunicado, os acordos firmados podem resultar na comercialização de até 60 milhões de barris de petróleo brasileiro.
O objetivo é compensar o declínio natural de campos mais antigos e reforçar a presença da companhia.
A estatal também reforçou que o valor pago pelo consumidor final não depende apenas do preço da molécula do gás comercializado.
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