Faltam apenas 1 milhão de Bitcoins (BTC) para nascer até o ano 2140
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
📊 Uma recente pesquisa realizada pela corretora Bitget com 500 clientes no Brasil aponta que a maioria dos investidores de criptomoedas no país adotou a estratégia de "comprar e manter" Bitcoin (BTC), especialmente após o recente halving que reduziu pela metade a emissão nova da criptomoeda.
Segundo o estudo, 61,2% dos participantes decidiram reter suas criptomoedas para o futuro, indicando uma visão otimista de longo prazo sobre o valor do Bitcoin.
Apenas 22,4% dos investidores consideram vender suas criptomoedas, enquanto 16,3% permanecem indecisos quanto às suas estratégias futuras.
O halving, evento que ocorreu no mês passado e é conhecido por seu papel no controle da inflação da moeda digital ao limitar sua oferta, parece ter fortalecido a confiança no ativo digital.
Cerca de 47% dos entrevistados relataram que a percepção pública do Bitcoin melhorou após o evento.
Maximiliano Hinz, diretor de expansão da Bitget na América Latina, comentou sobre os resultados da pesquisa: "Os dados demonstram que os investidores brasileiros têm uma perspectiva confiante e de longo prazo em relação ao Bitcoin. Este comportamento é um indicativo positivo para o mercado cripto como um todo."
Dados da plataforma Glassnode corroboram a tendência de retenção, mostrando que o número de Bitcoins mantidos em exchanges caiu para o menor nível em seis anos, sinalizando que os investidores não estão inclinados a vender suas criptomoedas, mas sim a mantê-las como uma reserva de valor a longo prazo.
A pesquisa também revelou que 42,9% dos usuários brasileiros estão satisfeitos com seus investimentos em criptoativos, enquanto 24,5% se mostraram insatisfeitos e 32,7% permaneceram indiferentes.
💲 Segundo dados recentes da Receita Federal, o Brasil possui cerca de 4,1 milhões de investidores pessoas físicas em ativos digitais, além de 92.105 empresas envolvidas com o setor.
O país é destacado como uma das dez nações do mundo com maior adoção de criptomoedas, de acordo com um estudo da Chainalysis.
Este cenário reflete a crescente popularidade e aceitação das criptomoedas no Brasil, posicionando o país como um dos líderes globais no mercado de ativos digitais.
A estratégia de longo prazo adotada pelos investidores brasileiros sugere uma robustez e maturidade crescentes do mercado local de criptomoedas.
Maior criptomoeda do mundo alcança o marco de mineração de 20 milhões de unidades.
Charles Wicz, o Economista Sincero, revela o que está fazendo em sua carteira pessoal de criptomoedas.
A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
Um relatório da Grayscale aponta que, nos últimos dois anos, o Bitcoin apresentou forte correlação com ações de empresas de software.
A criptomoeda sobe mais de 10% nesta 6ª, após tocar no menor nível dos últimos 15 meses.
2 empresas brasileiras têm uma estratégia de tesouraria baseada em BTC: CASH3 e OBTC3.
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