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📈 Na última semana, o mercado financeiro viu um dos maiores pânicos da história recente. Ao mesmo tempo em que as bolsas de valores caíam ao redor do mundo, criptomoedas e outros ativos seguiam na mesma direção, o que é difícil de acontecer.
Foi nesse dia também que o VIX (índice do medo, na tradução) alcançou um patamar que parecia ter ficado para trás. O indicador que representa o sentimento do investidor de Wall Street bateu o recorde histórico de 65,73 pontos.
Em termos comparativos, a última vez que o índice tinha chegado perto disso foi em 2020, com a decretação da pandemia do novo coronavírus.
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O VIX é um importante indicador que mede a volatilidade do S&P 500, considerado um dos principais agregadores de ações do mundo. Atualizado em tempo real, mostra que quanto mais alta a pontuação, mais volátil está o mercado financeiro norte-americano e, por consequência, o mundial.
O produto foi criado em 1993 para ser um termômetro do sentimento geral, tendo a marca de 30 pontos como ponto de atenção.
Ou seja, quando superado esse patamar, representa que o mercado passa por um momento de forte turbulência. De outra forma, quando está abaixo de 15 pontos representa um otimismo entre os investidores.
O centro da turbulência do mercado nesta semana foi a decisão do Banco Central do Japão de elevar a taxa básica de juros. Somou-se a isso as questões geopolíticas no Oriente Médio, o que formou uma tempestade perfeita.
Durante o pregão da terça-feira (6), o movimento do VIX foi voltando a patamares normais até fechar em menos de 28 pontos. O número é alto em comparação com as últimas semanas, mas bem abaixo do visto na segunda.
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