Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 0,05 por ação em junho de 2026
Saiba quais são os acionistas da estatal com direito a receber os juros sobre o capital próprio (JCP).
🏦 Depois de elevar a nota de crédito do Brasil, a agência de classificação de risco Moody’s também mudou sua perspectiva para 23 instituições financeiras do país. Na maioria dos casos, a empresa elevou a projeção e deu o parecer de “perspectiva positiva” para as companhias.
Entre os principais nomes da lista estão: Nubank, XP e Itaú, todos subindo de "Ba2" para "Ba1", um degrau antes da faixa de investimentos. O mesmo aconteceu com os bancos públicos BNDES, Caixa e Banco do Brasil, segundo relatório divulgado pela agência.
As exceções da lista foram: B3, que subiu de Ba1 para Baa3; e Banco Mizuho e BOCOM BBN, que foram mantidos na classificação Baa3.
⛽ Leia mais: Moody's eleva perspectiva da nota de crédito da Petrobras (PETR4)
Na quarta, a Moody’s já havia divulgado reajuste para outras empresas brasileiras, caso da Petrobras, que teve sua perspectiva elevada para positiva, mas mantida na faixa Ba1. Já as notas de Vale, Ambev e Gerdau foram todas elevadas em um ou dois graus para cima, mostra documento divulgado pela empresa.
O rating de crédito é uma nota dada pelas principais agências de classificação de risco do mundo, com o objetivo de indicar a capacidade das empresas e governos de honrarem seus pagamentos. Atualmente, as três principais agências de risco são: Moody’s, S&P e Fitch.
Nos últimos meses, todas elas mexeram na nota de crédito do Brasil, adicionando uma perspectiva positiva às contas do país. Em nenhum caso, porém, houve a subida até a faixa de investimentos, que é onde os investidores estrangeiros começam a avaliar com maior atenção o aporte de recursos.
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Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
Analistas se debruçam para estimar quanto será o lucro líquido e as taxas dos indicadores fundamentalistas.
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