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Nesta quarta-feira (28), o Banco Central deve decidir o novo patamar da taxa de juros básica no Brasil. No mercado, há diversas apostas para o movimento da Selic, que deve seguir na mesma faixa ou sofrer um corte.
Para o Bank of America, o Copom (Comitê de Política Monetária) deve reduzir a taxa em 0,5%. Se depender das apostas da instituição norte-americana, o novo patamar da Selic será de 14,5%, conforme relatório divulgado nesta segunda (26).
A opinião dos analistas vem na esteira dos últimos números divulgados pelo IBGE, que mostram uma inflação em desaceleração. Desta forma, eles entendem que a estratégia do Copom surtiu efeito e que, portanto, já há espaço para uma redução dos juros.
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O Copom se reúne entre terça e quarta, com resultado a ser divulgado depois do pregão do último dia. Esse será o primeiro encontro realizado pelo órgão neste ano, então todo o mercado está de olho tanto na decisão como no tom da carta que será divulgada pelos diretores do Bacen.
Já o BTG Pactual prefere ser mais cauteloso e fala na manutenção da ferramenta monetária até o mês de março. Para a equipe de research do banco de investimentos, mesmo com queda na inflação, outros números da economia dão indícios de que a dose do remédio amargo só será alterada na próxima reunião.
“A leitura mais ampla dos dados de atividade, crédito e condições financeiras confirma que a política monetária segue operando em território claramente contracionista”, escreveu Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG.
O Brasil é hoje um dos países com o maior juro real do mundo, porcentagem que passa de 10%. Esse cálculo é feito pela subtração da inflação da taxa Selic atual, que é de 15% ao ano.
O relatório Focus divulgado nesta segunda mostra que o mercado está otimista para o movimento dos preços ao longo deste ano. Os bancos e casas de análise consultados convergiram no sentido de que a inflação vai terminar em 4% em 2026, o que representaria uma redução em relação aos 4,26% de 2025.
Já para a Selic, a opinião do mercado foi de 12,25%, enquanto o indicador deve ser reduzido para 9,5% até 2029. O crescimento da economia, medido pelo PIB (Produto Interno Bruto), deve ficar entre 1,8% e 2% nos próximos quatro anos.
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