Brava Energia (BRAV3) tem prejuízo de R$ 588 milhões no 4º trimestre, queda de 43%
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
🚨 A Fluxus, empresa do grupo J&F, holding controlada pela família Batista, deu mais um passo na consolidação de sua presença no setor de petróleo e gás na América Latina.
A companhia apresentou uma proposta não vinculante pelos ativos onshore da Brava Energia (BRAV3), sinalizando sua estratégia de expansão na região.
Adquirida pela J&F em 2023, a Fluxus rapidamente se tornou peça-chave nos planos de diversificação do grupo.
Além da aquisição de um campo da Pluspetrol na Argentina, a empresa assumiu em 2024 todas as operações da Pluspetrol na Bolívia, fortalecendo sua atuação em três campos de petróleo na região.
A busca pelos ativos da Brava Energia marca mais um capítulo dessa expansão. A Brava, fruto da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, atraiu interesse de diversos players do mercado, com cinco propostas não vinculantes recebidas recentemente.
Os ativos onshore da Brava são avaliados em aproximadamente US$ 2 bilhões, segundo fontes próximas às negociações.
A proposta da Fluxus, contudo, ainda está sujeita a análises mais detalhadas, o que indica um estágio inicial nas discussões.
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A movimentação reforça a ambição da J&F em consolidar sua presença no mercado energético regional, mirando mercados estratégicos como Brasil, Argentina, Bolívia e Peru.
A J&F, conhecida principalmente pelo controle da gigante de alimentos JBS (JBSS3), possui um portfólio diversificado que inclui setores como celulose, papel, higiene pessoal e serviços financeiros.
Com a Fluxus e a Ambar Energia, braço do grupo voltado à geração e comercialização de energia, a holding busca ampliar sua atuação em segmentos de alto crescimento.
Especialistas apontam que, ao apostar em áreas como energia e petróleo, a J&F não apenas mitiga riscos associados a setores mais voláteis, mas também se posiciona em mercados estratégicos para o futuro.
A possível aquisição dos ativos da Brava Energia pela Fluxus poderia remodelar o mercado de energia onshore na América Latina.
Além de fortalecer a presença da J&F na região, a operação pode atrair a atenção de outros concorrentes e investidores.
📊 No entanto, como apontam fontes familiarizadas com o assunto, o fechamento do negócio dependerá de um extenso processo de análise e negociação, reforçando a complexidade desse mercado.
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
Caso todos os requisitos sejam atendidos, a expectativa da Brava é que o fechamento ocorra ao longo de 2026.
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